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Formação
e acreditação em Medicina Intensiva
Rui Moreno
Editor da RPMI
(Texto integral-formacao.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:211 Interleukin-6
as a severity index in intensive care medicine
Pedro Abecasis, José Andrade Gomes, Maria
Ricardina Matos, Pedro Aguiar
Unidade de Cuidados Intensivos Gerais, Hospital Egas
Moniz, Lisboa
RESUMO
Objectivos: Estudar a Interleucina-6 (IL-6) como
indicador da gravidade dos doentes críticos.
Material e métodos: Estudo prospectivo durante 1 ano nos
doentes médicos admitidos numa Unidade de Cuidados
Intensivos (UCI) médico-cirúrgica (121 doentes). Na
admissão foi colhido sangue para a determinação dos
níveis de IL-6 e foi calculado o APACHE II; ambos foram
comparados com o resultado hospitalar.
Principais resultados: Os níveis de IL-6 foram
significativamente maiores nos falecidos que nos
sobreviventes (569 ± 667 pg/ml versus 166 ± 305 pg/ml,
p < 0.001). A IL-6 mostrou uma capacidade de
predição do resultado hospitalar muito semelhante ao
APACHE II.
Conclusões: Os níveis de IL-6 medidos na admissão dos
doentes médicos numa UCI médico-cirúrgica,
demonstraram uma boa correlação com a mortalidade
hospitalar, semelhante à calculada através do APACHE
II. Esta capacidade pode indiciar que a IL-6 possa vir a
ser utilizada como indicador prognóstico nos doentes
críticos do foro médico.
(Texto integral-interleukin.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:213-216
Factores pronósticos
para la mortalidad en la peritonitis
Daniel Olivera Fajardo1, Marcos D.
Iraola Ferrer2, Frank Alvarez Li2, Pedro R. Nieto
Prendes2, Orlando Aguila Melero1
1Servivio de Cirugía; 2Unidad Cuidados Intensivos
Hospital Universitário "Dr. Gustavo Aldereguía
Lima", Cienfuegos,Cuba
RESUMEN
Objetivo: Determinar los factores pronósticos para la
mortalidad en los pacientes con peritonitis que ingresan
en la Unidad de Cuidados Intensivos (UCI).
Material y Métodos: Estudio prospectivo observacional.
Los 74 pacientes que ingresaron en la UCI entre el 1ero
de enero y el 31 de diciembre de 1998, con el
diagnóstico de peritonitis fueron incluidos. Las
variables estudiadas fueron: edad, sexo, tiempo
pre-operatorio, riesgo quirúrgico, estado físico,
clasificación de la intervención quirúrgica.
Se calcularon el Indice Peritonítico de Mannheimer
(IPM), el Indice de Disfunción Orgánica Múltiple
(IDOM), el Sistema de Puntuación de Intervención
Terapéutica (TISS, siglas en inglés), y el Estado
Fisiológico Agudo Simplificado II (SAPS II, siglas en
inglés), a las 24, 48, y 72 horas de la admisión. Para
conocer la fuerza de asociación
existente entre las variables estudiadas y el desen-lace,
se realizó un análisis univariado, calculándose el
riesgo relativo con un intervalo de confianza del 95%.
Resultados: Las siguientes variables: riesgo quirúrgico
malo, estado físico 4 según la ASA, recibir
ventilación mecánica, clase IV de TISS a las 24 y 48
horas, DOM a las 24 y 48 horas, SAPS II entre 30 y 39
puntos y 40 ó más a las 24 y 48 horas, ó de 40 o más
puntos a las 72 horas, se relacionaron de forma
significativa con la muerte.
Conclusiones: Aunque solo fue realizado el análisis
univariado las variables que resultaron fuertemente
relacionadas con la muerte pueden ser utilizadas en la
predicción del desenlace de los pacientes con
peritonitis que ingresan en la UCI.
(Texto integral-peritonite.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:217-220
Ética e ventilação
mecânica
Pedro Abecasis
Unidade de Cuidados Intensivos Gerais, Hospital
Egas Moniz, Lisboa
(Texto integral-etica.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:221-222
Asa presión-volumen en
ventilación mecanica : obtencion, interpretacion, y
utilidad
José Antonio Benitez
Servicio de Cuidados Criticos y Urgencias, Hospital
General "Carlos Haya", Málaga, España
(Texto integral-presion.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:223-228
Ventilación con flujo de
gás continuo extratraqueal
Santiago Herrero Fernández
Hospital de Cabueñes, Gijon, España
(Texto integral-flujo.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:229-231
Ventilação
mecânica prolongada: caracterização demográfica e
factores predisponentes
Arlindo Sousa, Rui Patraquim,
Elsa Pina, Clara Nunes, Celso Estevens, Carlos Vilela
Unidade de Cuidados Intensivos, Hospital Distrital de
Faro, Faro
RESUMO
Introdução: a Ventilação Mecânica (VM) é um dos
componentes do suporte vital em Unidades de Cuidados
Intensivos (UCI) e os doentes que dela necessitam formam
um segmento crescente da população hospitalar. Por
outro lado não está bem caracterizado o grupo de
doentes que carece de Ventilação Mecânica Prolongada
(VMP).
Objectivos: caracterizar uma população de doentes
internada na UCI polivalente do Hospital Distrital de
Faro que precisou de VMP. Destacar os principais factores
predisponentes para VMP.
Material e métodos: estudo retrospectivo com 18 meses de
duração. Critério de inclusão: VM por 24 horas ou
mais. Critério de exclusão: descontinuação da VM por
24 horas ou mais. VMP definida como necessidade de VM por
mais de 7 dias. Foram avaliados parâmetros
demográficos, índice de gravidade (APACHE II), grupos
nosológicos e diagnóstico principal.
Resultados: incluídos 207 doentes, repartidos em 2
grupos: A (n=114) - VM com duração de 1 a 7 dias e B
(n=93) - VM com duração superior a 7 dias. A idade, o
sexo, a mortalidade e a pneumonia não foram diferentes,
do ponto de vista estatístico, nos 2 grupos. O tempo de
internamento, o tempo de ventilação, o APACHE II, as
doenças médicas, as doenças respiratórias e a Doença
Pulmonar Crónica Obstructiva (DPCO) foram diferentes nos
2 grupos e essas diferenças tinham significado
estatístico (p<0.05).
Conclusões: a VMP condiciona um tempo de internamento
aumentado, embora não aumente a mortalidade. As doenças
médicas e, em particular, as do aparelho respiratório
são factores predisponentes para VMP. A DPCO constitui,
individualmente, factor predisponente para VMP.
(Texto integral-vmprolongada.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:233-234
Pulse pressure contour
cardiac output: a less invasive form of haemodynamic
monitoring
Amanda Alves
Serviço de Medicina, Hospital Garcia de Orta, Almada
RESUMO
O aparecimento de novos métodos de monitorização
hemodinâmica menos invasivos e menos susceptíveis de
induzir iatrogenia podem vir a abrir novas perspectivas
na abordagem do doente crítico. A monitorização
hemodinâmico através do sistema de análise de pulse
pressure contour tem tido uma implementação crescente
em vários unidades de cuidados intensivos de referência
mundial, como opção
alternativa aos métodos convencionais, nomeadamente o
catéter de Swan-Ganz. Este método envolve a colocação
de um catéter de pequenas dimensões (4f) na artéria
femoral e um catéter venoso central, permitindo a
monitorização contínua do débito cardíaco, do volume
sanguíneo intratorácico e da água pulmonar
extravascular. A facilidade de colocação, o baixo risco
iatrogénico e a fidelidade de leitura e interpretação
dos parâmetros tornam este método aliciante na prática
do intensivismo.
(Texto integral-output.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:235-237
Marcadores da Sepsis
Pedro Póvoa
Hospital Garcia de Orta,
Unidade de Cuidados Intensivos, Almada
RESUMO
A sepsis continua a ser a principal causa de morte dos
doentes críticos. O isolamento dos agentes
bacteriológicos faz o diagnóstico definitivo da sepsis,
no entanto, muitas vezes não se conseguem obter culturas
positivas apesar de ser óbvio que o doente se encontra
infectado. É então necessário recorrer às
manifestações clínicas e laboratoriais
da sepsis para se fazer um diagnóstico, o mais preciso
possível. O marcador ideal da sepsis, ou seja aquele que
nos diz se o doente está ou não infectado, ainda está
por descobrir. Nesta revisão fazemos uma avaliação
comparativa dos diferentes marcadores correntemente
usados
no diagnóstico da sepsis.
(Texto integral-sepsis.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:239-248
Total splanchnic
resuscitation: SIRS and MODS
Paul Marik
Department of Medicine, Washington Hospital Center,
Washington DC, USA
(Texto integral-splanchnic.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:249-250
Inmunonutrición en el
paciente crítico
Cristobal Galbán
Servicio de Cuidados
Intensivos, Hospital Universitário de Santiago,
Santiago, España
(Texto integral-nutricion.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:251-255
Compatibilidade
da administração de medicamentos em "Y"
Paulo Maia1, Capitolina Pinho2,
Gustavo Dias2
1 Serviço de Cuidados
Intensivos; 2 Serviços Farmacêuticos
Hospital Geral de S. António, Porto
(Texto integral-compatibilidade.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:257-259
A enfermagem
na PTCA e na trombólise farmacológica
Graça Nascimento
Unidade de Cuidados Intensivos
Gerais, Hospital Egas Moniz, Lisboa
RESUMO
O enfarte agudo do miocárdio continua a ser uma das
principais causas de mortalidade e morbilidade nos
países ocidentais. Nos últimos anos foram desenvolvidas
técnicas e fármacos extremamente eficazes no tratamento
destas situações. Estas terapêuticas têm por base a
reperfusão coronária, são de emprego complexo e estão
associadas a efeitos secundários potencialmente
catastróficos. Faz-se neste trabalho uma revisão da
literatura internacional e, em conjunto com a
experiência do autor, descrevem-se as bases para a
actuação correcta da enfermagem na abordagem
destas situações.
(Texto integral-ptca.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:261-263
Inotrópicos e vasomoduladores em
cuidados intensivos
Fernando Morais Torres
Serviço de Anestesiologia,
Hospital Egas Moniz, Lisboa
RESUMO
É cada vez mais frequente a utilização de inotrópicos
e vasomoduladores, muitas vezes de forma empírica.
Baseando-se na literatura actual, e tentando que essa
base se apoie na evidência clínica, o autor reviu os
agentes farmacológicos com efeito inotrópico e
modulador do tónus vascular.
Conclui, descrevendo as recomendações para suporte
hemodinâmico em doentes com quadro séptico.
(Texto integral-inotropicos.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:265-269
Intoxicação aguda
por olanzapine: a propósito de um caso clínico
Luísa Moreira Miguel Cortez, Anabela
Ferreira, Glória Campello,
Lídia Alves, Luísa Guerreiro, Fernando Rosa
Unidade de Cuidados Intermédios,
Departamento de Medicina, Matosinhos
RESUMO
A olanzapine é um dos novos agentes antipsicóticos
atípicos utilizados no tratamento da esquizofrenia e
distúrbios psicóticos do humor [1].
Apresenta-se o caso de um doente de 26 anos de idade com
intoxicação aguda por 800 mg de olanzapine e 125 mg de
lorazepam. Cerca de 4 horas após a ingestão o doente
apresentava depressão profunda do estado de consciência
e insuficiência respiratória aguda. Foi internado numa
Unidade de Cuidados Intensivos onde foram instituídas
medidas de suporte, nomeadamente ventilação invasiva.
Verificou-se uma recuperação gradual do estado de
consciência e autonomia respiratória ao fim de 20
horas.
Apresentou permanentemente estabilidade eléctrica e
hemodinâmica. Analiticamente registou-se uma discreta
rabdomiólise, com integridade das funções renal,
hepática e hematológica. O doente teve alta, por
transferência, assintomático cerca de 60 horas após a
ingestão do
fármaco.
Referem-se os casos de intoxicação aguda por olanzapine
descritos na literatura, bem como a forma de abordagem
adequada naqueles casos. As propriedades farmacológicas
da olanzapine são descritas resumidamente.
(Texto integral-intoxicacao.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:271-272
Fascitis necrosante: un
nuevo caso
F. J. Tejada Ruiz, D. Pérez Civantos,
M. Zaheri Beryanaki, M. Robles Marcos, V. Jerez
Gomez-Coronado, J. A. Juliá Narváez
Unidade Cuidados Intensivos, Hospital
Infanta Cristina , Badajoz, España
RESUMEN
La fascitis necrosante es una infección poco habitual y
rápidamente invasiva de partes blandas, con importante
afectación de tejido subcutáneo y fascias adyacentes,
con necrosis local y síntomas sistémicos graves,
atribuido a Estreptococos beta-hemolíticos del grupo A
(Estreptococo pyogenes), solos o conjuntamente con otros
gérmenes, que en los últimos años ha aumentado en
frecuencia y gravedad.
El lugar de inoculación puede pasar desapercibido, estar
relacionado con un traumatismo o con cirugía abdominal.
Suele ocurrir mayormente en individuos de edad avanzada y
con alguna enfermedad de base, principalmente diabetes
mellitus y enfermedades vasculares. Su evolución depende
de un tratamiento antibiótico y quirúr-gico precoz, a
pesar de lo cual presenta una alta mortalidad.
Presentamos un caso de fascitis necrosante debida a
Estreptococo del Grupo A o estreptococo pyogenes en una
persona mayor con antecedentes de obesidad e
hipertensión arterial avanzada, con puerta de entrada en
un pequeño traumatismo no penetrante en piel, demora de
24 horas en acudir al hospital tras el comienzo de los
síntomas y
desarrollo de miositis, con rápida evolución a shock
séptico y fallo multiorgánico, con fallecimiento del
paciente 12 horas desde su ingreso en la UCI a pesar de
un correcto tratamiento quirúrgico y antibiótico.
(Texto integral-fascitis.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:273-275
Infección en tejidos
profundos cervicales: absceso retrofaringeo y
faringolateral
Manuel Robles Marcos, F. J.
Tejada Ruiz, D. Pérez Civantos, V. Jerez, F. Benítez,
J.A. Figueroa, Juliá A. Narvaéz
Unidade Cuidados Intensivos, Hospital Infanta
Cristina , Badajoz, España
RESUMEN
Las infecciones de tejidos profundos cervicales, aunque
menos frecuente en la actualidad, siguen presentando una
alta morbimortalidad. Su origen se inicia por infección
en vías respiratorias superiores u odontógena en la
mayoría de los casos, siendo abortadas por el rápido
comienzo de la antibioterapia.
El conocer las fascias cervicales es un prerrequisito
para comprender la etiología, manifestaciones muchas de
ellas comunes (fiebre y síntomas de sepsis sistémicos),
complicaciones y el tratamiento de estos procesos. El
manejo de la vía aérea, la administración de
antibióticos por vía sistémica y el drenaje
quirúrgico, siguen siendo los tres pilares básicos del
tratamiento.
Presentamos el caso de un varón de 46 años que con
clínica previa de disnea, odinofagia y fiebre de una
semana de evolución y habiendo sido tratado con
antibióticos, desarrolló una sepsis con abscesos
cervicales en planos profundos, extendiéndose el proceso
a una mediastinitis y un empiema pleural.
(Texto integral-infeccion.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:277-279
Radiografia do
Mês
Vitor Brotas
Serviço 3 Medicina, Hospital S. António Capuchos,
Lisboa
Texto integral-radiografia.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:281-282
Como
eu coloco um cistocateter
Nelson José Silva
Serviço 6 Cirurgia, Hospital S. António Capuchos,
Lisboa
Texto integral-cistocateter.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:283-284
O
Pneumologista e a Medicina Intensiva
Luís Telo
Unidade de Cuidados Intensivos Pneumológicos, Hospital
Pulido Valente,, Lisboa
Texto integral-pneumo.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2000; 9:285-286
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Data de
criação: 5 de Março de 2001
Última actualização: 9
de Março de 2001 Copyright©2001
Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos
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