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PATROCINADORES:

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EDITORIAL
Dr. Rui Moreno
UCIP - Hospital dos Capuchos
(Texto integral-Editorial.pdf)
A REVISTA E OS ENFERMEIROS
Enf. Paulo Baltazar
UCIP - Hospital dos Capuchos
(Texto integral-EditorEnf.pdf)
NUTRIÇÃO ENTÉRICA NO DOENTE
CRÍTICO: VANTAGENS, MITOS E REALIDADE
Dr. Vitor Lopes (1), Dr. João Cunha (2)
(1) Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente, Hospital
do Desterro, Lisboa
(2) Unidade de Cuidados Intensivos, Centro Hospitalar
Conde S. Januário, Macau
RESUMO
Objectivo: analisar a actual importância da nutrição
entérica em doentes de cuidados intensivos.
Fonte de Dados: revisão em "Medline" das
referências bibliográficas disponíveis.
Resultados: apesar das alterações da motilidade
gastrointestinal frequentemente presentes no doente
crítico, particularmente a gastroparésia, todas as
estratégias disponíveis devem ser tentadas no sentido
de se alimentar estes doentes por via entérica. A não
utilização da via digestiva associa-se a
degenerescência da arquitectura intestinal e a possível
translocação bacteriana. Por outro lado, a utilização
exclusiva da nutrição parentérica total aumenta a
morbilidade relacionada com a sépsis e os custos.
Conclusão: as vantagens evidenciadas pela nutrição
entérica (NE) ultrapassam o simples fornecimento de
calorias e proteínas, incluindo a modulação da
resposta imunitária, o fornecimento de nutrientes para a
manutenção da integridade da mucosa intestinal e a
possível prevenção da translocação bacteriana.
Sempre que possível, a alimentação do doente crítico
deverá ser administrada por via entérica. A NE em
doentes críticos deve tornar-se numa obsessão. A
utilização de protocolos permite alcançar, na maioria
dos doentes, o fornecimento calórico-proteico
pretendido.
PALAVRAS CHAVE: Nutrição, Nutrição
entérica, Cuidados Intensivos, Motilidade
gastro-intestinal, acesso entérico, dieta entérica
(Texto integral-nutenter.pdf)
ALIMENTAÇÃO ENTÉRICA NO DOENTE
CRÍTICO: UMA PERSPECTIVA DE ENFERMAGEM
Enfª. Maria da Luz Bordalo, Enfª.
Cesaltina Anes, Enf. Vítor Almeida; Enf. Isabel Simões
Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente, Hospital de
Santo António dos Capuchos
RESUMO
O suporte nutricional é essencial no sucesso do
tratamento do doente critico. A alimentação entérica
como método preferencial há muito que deixou de ser
assunto controverso, devido ao seu baixo custo, aos
efeitos benéficos na mucosa intestinal e ao menor
número de complicações.
Pretendemos assim com esta revisão responder a questões
correntes "quem alimentar?", "porquê
alimentar?", "como alimentar?" e
"como prevenir e tratar as complicações?"
tendo a noção que para o sucesso da alimentação
entérica é fundamental evitar os falsos diagnósticos
de intolerância.
A implementação e utilização de um protocolo de
administração de alimentação entérica é fundamental
para o sucesso da mesma.
PALAVRAS CHAVE: Nutrição, Nutrição entérica, Cuidados
Intensivos.
(Texto integral-AEntEnf.pdf)
COMPLICAÇÕES INFECCIOSAS DO
CATETERISMO VENOSO CENTRAL: ESTUDO PROSPECTIVO DE 1 ANO
Dr. Pedro Póvoa, Dr. Antero Fernandes, Dr. Eduardo
Almeida, Dr. Pedro Moreira, Dr. Rui Mealha, Dr. Henrique
Sabino
Unidade de Cuidados Intensivos
Hospital Garcia de Orta
Almada
RESUMO
Introdução As infecções associados
aos catéteres venosos centrais (CVC) são a 2ª
infecção nosocomial mais frequente nas Unidades de
Cuidados Intensivos.
Objectivos Estudar a incidência e analisar os
factores de risco das infecções dos CVC.
Material e Métodos A colocação e manuseamento
dos CVC foi feita de acordo com protocolo estabelecido.
Todos os CVC colocados e retirados durante 1 ano foram
incluidos prospectivamente. Foram comparadas as taxas de
infecção de acordo com a localização (jugular
interna, subclávia e femural), com o tipo (multi-lúmen,
introductor, hemodiálise e alimentação parentérica) e
com a forma de colocação dos CVC (1ª vez, 2ª vez
"de novo" e mudança por fio-guia).
Resultados Foram estudados 109 CVC. O tempo de
permanência dos CVC teve uma mediana de 11 dias (1 a
49). O nº de infecções de CVC por 1000 dias de
cateterização foi de 7.5 (intervalo de confiança a
95%: 2.9 a 12) e o nº de bacteriémias relacionada com
CVC por 1000 dias foi de 0.7. Apenas se encontraram
diferenças nos introductores e os CVC para alimentação
parentérica que apresentaram maior incidência de
infecções que os outros CVC
(P=0.02). A duração de cateterização >= 11 dias
constituiu factor de risco para infecção (risco
relativo 6.07; intervalo de confiança a 95%: 1.07-34.52;
P=0.042).
Conclusões - Os introductores e os CVC usados para
alimentação parentérica apresentaram uma maior
incidência de infecções comparativamente aos CVC
multi-lúmen e de hemodiálise. O único factor de risco
significativo para infecção foi a duração da
cateterização >= 11 dias.
Palavras-chave - catéter venoso
central, infecção nosocomial, mudança do catéter
(Texto integral-complinf.pdf)
CATÉTERES VENOSOS
CENTRAIS E INFECÇÃO: PROPOSTA DE PROTOCOLO
Dr. João Cunha(1), Dr. Pedro Póvoa(2)
(1) Unidade de Cuidados Intensivos; Centro Hospitalar
Conde de S. Januário, Macau
(2) Unidade de Cuidados Intensivos, Hospital Garcia de
Orta, Almada
RESUMO
Os autores fizeram uma revisão crítica da
literatura tendo em conta o desenho e composição dos
Catéteres Venosos Centrais (CVC), a selecção do local
e procedimentos de inserção, dos cuidados com os CVC e
a sua remoção, com intenção de avaliar o impacto
destas variáveis nas complicações infecciosas
relacionadas com manuseamento de CVC.
Conclui-se e recomenda-se, para minimizar as
complicações infecciosas a um razoável ratio custo
benefício que: 1) uso de CVC de lumen único, a menos
que haja clara indicação para multi-lúmen; 2)
inserção por via sub-clávia, caso não existam
complicações relativas (diátese hemorrágica,
ventilação com pressão positiva; deformações
anatómicas); 3) emprego de técnica estéril do local e
procedimento de inserção; 4) penso seco e estéril e
sua mudança cada 48 horas; 5) remoção do CVC apenas na
presença de pus no local de inserção; 6)
substituição por fio-guia se se suspeitar de infecção
relacionada com o CVC e cultura do segmento distal do CVC
removido. Se esta cultura se revelar positiva o CVC
substituto deve ser removido.
PALAVRAS CHAVE: Cateterização venosa
central; Infecção; Infecção relacionada com catéter;
Cuidados Intensivos
(Texto Integral-Cvcinfec.pdf)
O DOENTE IDOSO NA UNIDADE DE
CUIDADOS INTENSIVOS
Drª Rosalina Bairrada, Dr. Fernando Matos, Dr. Carlos
Azevedo
Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente / Reanimação
Hospital Geral - Centro Hospitalar de Coimbra
Apresentado como comunicação oral nos Encontros em
Lisboa - Actualização em Cuidados Intensivos, Março de
1997
RESUMO
Objectivos: Avaliar as eventuais diferenças
quer dos procedimentos efectuados e dos resultados
obtidos, a curto e a longo prazo, no doente idoso (Grupo
I) internado na UCI, quando comparado com o doente jovem
(Grupo J).
Desenho do estudo: Análise retrospectiva de todos os
processos clínicos, dos doentes internados na UCI no ano
de 1994 e sua reavaliação em consulta de Follow up 1
ano após alta hospitalar. Confronto de resultados no
Grupo I e no Grupo J.
Material: No período considerado foram admitidos 165
doentes. Efectuada análise estatística relativa aos
dados demográficos, índice de gravidade (APACHE II),
proveniência, distribuição por grupos nosológicos;
analisados os dados relacionados com o internamento na
Unidade e no Hospital (duração de internamento,
mortalidade, procedimentos) e os resultados obtidos 1 ano
após alta hospitalar (mortalidade, autonomia e qualidade
de vida).
Resultados: Dos doentes estudados 28,5%, pertenciam ao
Grupo I e 71,5% ao Grupo J.
Dos dados analisados referentes ao período de
internamento não se verificaram diferenças
estatisticamente significativas entre os dois grupos no
que se refere ao APACHE II (corrigido para a idade),
tempo de ventilação, mortalidade e procedimentos mas,
relativamente aos resultados após alta hospitalar em que
os 128 doentes que tiveram alta, foram seguidos 87
(66,4%), a mortalidade foi significativamente mais
elevada no Grupo I (40% V.S. 10,8% P < 0.001). Quanto
à autonomia verificada e à qualidade de vida mantida
após o internamento as diferenças não foram
significativas entre os 2 grupos. No conjunto dos
doentes, o tempo de ventilação, o APACHE II e o nº de
doentes com doença prévia, foram significativamente
menores nos sobreviventes.
Conclusões: A idade não influenciou o resultado a curto
prazo no doente internado na UCIP, pode no entanto, ter
tido influência no prognóstico a longo prazo. Neste
estudo os factores que mais influência tiveram nos
resultados e sobretudo na mortalidade foram o índice de
gravidade, estado de saúde prévio e o tempo de
ventilação.
Palavras-Chave: Unidade de Cuidados
Intensivos, Idosos, Mortalidade, Qualidade de vida
(Texto integral-idoso.pdf)
OXIGENAÇÃO DURANTE O
TRANSPORTE DO DOENTE VENTILADO
Dr. Fernando Rua
Serviço de Cuidados Intensivos
Hospital Geral de Santo António
RESUMO:
O transporte de doentes críticos, submetidos a
ventilação mecânica, é uma necessidade bem conhecida,
tendo já sido demonstrado em algumas publicações que
esta transferência para Hospitais Centrais ou para
realização de exames complementares, desde que
justificada, pode melhorar o prognóstico dos doentes.
Está também comprovado que este transporte pode ser
efectuado com segurança desde que planeado, efectuado
por uma equipa experiente e com equipamento adequado.
O objectivo desta revisão é analisar os problemas
relacionados com a oxigenação do transporte do doente
ventilado.
PALAVRAS CHAVE: oxigenação,
ventilação mecânica, transporte, cuidados intensivos
(Texto integral-oxigtran.pdf)
SYSTEMIC VARIABLES AS A
PROGNOSTIC INDEX IN INTENSIVE CARE MEDICINE
Prof. Dr. Pedro Abecasis
Unidade de Cuidados Intensivos Geral
Hospital de Egas Moniz
RESUMO
Os índices de gravidade actualmente utilizados
nas Unidades de Cuidados Intensivos baseiam-se na recolha
e ponderação de múltiplos parâmetros, em geral nas
primeiras 24 horas do internamento. Nos últimos anos,
algumas variáveis laboratoriais têm sido estudadas,
procurando-se saber se elas poderão traduzir a
alteração global do meio interior e correlacionar-se
assim com a gravidade da doença. Neste artigo faz-se um
ponto da situação em relação às variáveis propostas
com esta finalidade e que traduzem as respostas
inflamatórias, imunológicas e endócrinas do organismo
à agressão.
Descrevem-se ainda algumas das múltiplas influências
que estas variáveis exercem entre si, tentando uma
melhor compreensão deste fenómeno
complexo que é a resposta do organismo à doença.
(Texto integral-systvari.pdf)
À PROCURA DE UM ÍNDICE DE
GRAVIDADE NA SÉPSIS
Prof. Dr. Rui Moreno(1), Dr. Ricardo Matos(1),
Drª. Teresa Fevereiro(2), Drª. Maria Ermelinda
Pereira(2)
Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente
Hospital de Santo António dos Capuchos
(1) Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente, Hospital
de Santo António dos Capuchos
(2) Serviço 3 Medicina, Hospital de Santo António dos
Capuchos
RESUMO
Constituindo uma das causas mais frequentes de
morbilidade e mortalidade nas Unidades de Cuidados
Intensivos, a sépsis é hoje a grande responsável pela
maioria dos casos de Síndrome de Falência Múltipla de
Órgão. O seu estudo tem sido prejudicado pela
inexistência de definições consensuais para o seu
diagnóstico e de métodos prognósticos apropriados para
a sua estratificação.
O objectivo desta revisão é analisar os vários modelos
propostos para a estratificação de risco no doente
séptico, com especial ênfase no doente com Síndrome de
Falência Múltipla de Órgão.
PALAVRAS CHAVE: Sépsis; choque
séptico; Síndrome de Falência Múltipla de Órgão;
Prognóstico.
(Texto integral-IGsepsis.pdf)
A
FORMAÇÃO EM CUIDADOS INTENSIVOS
Enfª. Margarida Barão, Enfª. Eunice
Henriques
Escola Superior de Enfermagem de Calouste Gulbenkian de
Lisboa
(Texto integral-Formacao.pdf)
CUIDADOS INTENSIVOS / NOVOS
ENFERMEIROS
Enfª. Maria Fernanda Tomáz Reino (1), Enfª. Maria
João Alvellos Leitão (2)
(1) Hospital de Santa Marta
(2) Unidade de Cuidados Intensivos, Hospital Fernando
Fonseca
(Texto integral-novosenf.pdf)
PSEUDOANEURISMA DE AORTA
ASCENDENTE: COMPLICACION TARDIA TRAS BY-PASS
AORTO-CORONARIO
Dr. F.J. Tejada Ruiz(1), Dr. M. Robles
Marcos(1), Dr. A. Merchán Herrera(2), Dr. D. Pérez
Civantos(1), Dr. V. Jerez G-C(1), Dr. J.A. Juliá
Narváez(1)
Hospital Universitario Infanta Cristina, Badajoz
(1) Unidad de Cuidados Intensivos. Hospital Universitario
Infanta Cristina, Badajoz
(2) Unidad de Hemodinamica. Hospital Universitario
Infanta Cristina, Badajoz
(Texto integral-Pseudoan.pdf)
COMO
DIALISO OS MEUS DOENTES
Dr. Eduardo Almeida, Dr. Pedro Matos
Moreira
Unidade de Cuidados Intensivos
Hospital Garcia de Orta
PREÂMBULO
Longe vão os tempos em que um doente que
desenvolvia uma insuficiência renal aguda (IRA) na
Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) se tornava um quebra
cabeças para todos nós, se precisasse de técnicas de
suporte
da função renal. No início da década de 80 pouco mais
podíamos fazer que diálise peritoneal, com os
inconvenientes do tipo de catéteres que nesse tempo se
utilizavam, da maior dificuldade na ventilação
mecânica desses doentes, da pouca capacidade para
"secar" os doentes. A deslocação dos doentes
críticos a centros de diálise era sempre um processo
penoso e cheio de riscos.
Surgiu então a possibilidade de se recorrer à
hemofiltração artério-venosa (HFAV). A introdução
dessa técnica nas UCI, o desenvolvimento de filtros com
membranas mais biocompatíveis e a aprendizagem da
utilização
correcta da técnica, levou a uma maior estabilidade dos
doentes, mais conforto para estes e para nós, que os
tratávamos.
A utilização de equipamentos cada vez mais sofisticados
foi outro grande avanço, permitindo recorrer-se a
técnicas mais fiáveis e mais seguras, para os doentes,
como a hemodiafiltração veno-venosa (HDFVV), dos nossos
dias.
Vários registos anedóticos de quem foi o primeiro a
fazer essas técnicas, são contados em todos os
Congressos. Tenho na memória a "tragédia" que
foi fazer a primeira hemodiafiltração (HDF) no Hospital
de S. José.
O apoio dado por não intensivistas, ao desenvolvimento
dessas técnicas de suporte, foi fundamental para o
aperfeiçoamento da execução das técnicas em cuidados
intensivos. A maior parte dos intensivistas recorreram à
aprendizagem em centros de diálise; em muitas UCI
recorreu-se à consultoria por parte de nefrologistas.
Porém, nunca foi assumido que as técnicas de
depuração extra-renal em cuidados intensivos, eram
propriedade de nefrologistas, antes se adoptou a
posição, lógica, de que o coordenador e executor da
técnica, no doente crítico, tem que ser o médico que
está à cabeceira do doente 24 horas por dia e não
apenas no horário de "expediente".
A realidade nacional é muito díspar. A evolução
técnica de norte a sul não tem sido equilibrada. Se
numas UCI se desenvolvem as técnicas pelos processos
mais modernos e sofisticados, noutras utilizam-se
métodos mais rudimentares, de acordo com a experiência
de médicos e enfermeiros e de acordo com o tipo de
equipamento disponível. Em várias UCI nacionais tem que
se recorrer a HF AV por não haver equipamentos para
mais; em outras, o recurso a equipamentos sofisticados
significa simplesmente utilizar um corpo de bomba de
sangue. As experiências de UCI para UCI também são
muito diferentes, dependendo do tipo de doentes que as
unidades internam. Naturalmente, as incorrectamente
chamadas UCI da Urgência terão muito menos experiência
nesta área que uma UCI polivalente, que trabalha com
muito mais frequência e volume de doentes a nível III,
com doentes com falência de vários órgãos e sistemas
e, invariavelmente com falência renal aguda. A
experiência de quem faz HDF em 30 a 40 doentes por ano
tem que ser diferente de quem as faz em 10 ou menos
doentes por ano.
(Texto integral-Dialise.pdf)
TÉCNICAS
DE SUBSTITUIÇÃO RENAL CONTÍNUA: ONDE ESTAMOS? PARA
ONDE VAMOS?
Aníbal Marinho
Serviço de Cuidados Intensivos
Hospital Geral de Santo António
Porto
(Texto integral-Trenalco.pdf)
PAPEL DO NEFROLOGISTA NA
UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS
Dr. Pedro Ponce
Serviço de Nefrologia Hospital Garcia de Orta
UCIP do Hospital da Cuf
(Texto integral-nefrolog.pdf)

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Data de
criação: 10 de Maio de 1999
Última actualização: 14
de Junho de 2000
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Copyright
© 1999, 2000
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Intensivos
Contacto: info@spci.org
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