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Tiragem:
750 exemplares
Periodicidade trimestral
Assinatura anual: 10
Número avulso: 7,5
ISSN - 0872 - 3087
Depósito legal: No. 62898/93
Registo RRC No. 386
Paginação e
impressão: Quadricor, Artes Gráficas, Lda.
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Editorial
- Interacções Coração-Pulmão
José Andrade Gomes
Unidade de Cuidados Intensivos, Hospital de Egas Moniz
Lisboa, Portugal(Texto
integral-editorial.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:159-160
Determinantes
do tempo de ventilação dos doentes com insuficiência
respiratória crónica
Sandra Marques, Paulo
Marcelino, Susan Marum, Ana Paula Fernandes, Mário Rui
Silva, Joaquim Palmeiro Ribeiro
Unidade de Cuidados Intensivos, Hospital Curry Cabral
Lisboa, Portugal
RESUMO
As determinantes do tempo de ventilação
são descritas na literatura baseadas na fisiologia
respiratória ou índices de gravidade, à semelhança
dos factores condicionantes do sucesso do desmame
ventilatório.
No entanto, os estudos publicados sobre esta matéria
envolvem populações de doentes muito heterogéneas
relativamente à patologia de base.
No presente estudo retrospectivo, envolvendo apenas
doentes admitidos para ventilação mecânica por
agravamento da insuficiência respiratória crónica, os
autores identificaram outros factores condicionantes do
tempo de ventilação, tais como a dilatação da
aurícula esquerda e a fibrilhação auricular.
(Texto
integral-tempovent.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:161-164
ALI and ARDS:
The European Experience (apresentado no
CIMC´2000)
Luca Brazzi1, Guido
Bertolini2
1 Istituto di Anestesia e Rianimazione,
Ospedale Maggiore IRCCS, Milano Italy
2 Istituto di Ricerche Farmacologiche "Mario
Negri": Centro di Ricerche Cliniche per le Malattie
Rare Aldo e Cele Daccò Ranica (Bergamo), Italy.
(Texto
integral-ali.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:165-168
High frequency
oscillator ventilation (HFOV) a new strategy in the
treatment of patients with the acute respiratory distress
syndrome and low lung compliance pathologies
Amanda Alves
Serviço de Medicina , Hospital gracia de Orta, Almada,
Portugal
RESUMO
Estratégias ventilatórias
protectoras do pulmão têm sido investigados nas
últimas décadas. O objectivo principal destas
estratégias é de reverter atelectasia pelo
recruitamento alvéolar, sem provocar a distensão
excessiva das unidades alveolares sãs. De recrutamento
alveolar e excesso da distensão podem provocar a
instalação de danificação do pulmão aguda (ALI).
Tais estratégias, utilizando modalidades ventilatórias
convencionais têm sido limitadas pelo risco de
barotrauma, compromisso hemodinâmico ou a retenção de
dióxido de carbono.
A VMOAF é uma modalidade ventilatória utilizada em
patologias pulmonares de baixa compliance. Com esta forma
de ventilação, os doentes são ventilados com uma
frequência de 5-15 Hz (até 900 ciclos/minuto) o que
resulta em pressões altas na vias aéreas e volumes
correntes baixos (2ml/Kg/min).
Cinco mecanismos do transporte de gás são utilizados.
Estes são bulk axial flow, interregional gas mixing,
axial e radial augmented dispersion (Taylor dispersion),
convective dispersion e molecular diffusion. Ambas as
fases de ventilação são activas. A eliminação de
dióxido de carbono efectua-se através da aplicação de
um alto fluxo gasoso (20-60L/min) e está separada do
processo de oxigenação. A utilização de volumes
correntes menores que o espaço morte, em entidades
patológicas heterogéneas resultam em menor incidência
de lesões traumáticas, e permitem um recrutamento
alveolar mais eficaz.
(Texto
integral-hfov.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:169-172
Audit of ICUs
by professionals: A french experience (apresentado
no CIMC´2000)
Bertrand Guidet, for
the Groupe de Recherche en Audit Hospitalier (GRAH),
Paris, France
(Texto
integral-audit.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:173-177
The costs of
intensive care (apresentado no CIMC´2000)
David Edbrooke1,
Margaret Corcoran2, Joanne Dean3,
Clare Hibber4, Elizabeth Coates5,
Philip Jacobs6
1. Consultant
in Anaesthesia and Intensive Care, Medical Economics and
Research Centre, Sheffield (MERCS). Royal Hallamshire
Hospital, Glossop Road, Sheffield, United Kingdom
2. Researcher, Medical Economics and Research
Centre, Sheffield (MERCS), Royal Hallamshire Hospital,
Glossop Road, Sheffield, United Kingdom
3. Research Associate, Medical Economics and
Research Centre, Sheffield (MERCS), Royal Hallamshire
Hospital, Glossop Road, Sheffield, United Kingdom
4. Senior Researcher, Medical Economics and
Research Centre, Sheffield (MERCS), Royal Hallamshire
Hospital, Glossop Road, Sheffield, United Kingdom
5.Research Associate, Medical Economics and
Research Centre, Sheffield (MERCS), Royal Hallamshire
Hospital, Glossop Road, Sheffield, United Kingdom
6. Professor of Health Economics, Institute of
Health Economics, Edmonton, Canada
(Texto
integral-costs1.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:183-186
How much does
it cost to survives in the intensive care unit ? (apresentado
no CIMC´2000)
Clare L Hibbert1,
Margaret Corcoran2, Joanne Dean3,
David Edbrooke4, Elizabeth Coates5,
Philip Jacobs D6
1. Senior Researcher, Medical Economics and
Research Centre, Sheffield (MERCS), Intensive Care Unit,
Royal Hallamshire Hospital, Glossop Road, Sheffield S10
2JF, United Kingdom
2. Researcher, Medical Economics and Research Centre,
Sheffield (MERCS), Intensive Care Unit, Royal Hallamshire
Hospital, Glossop Road, Sheffield S10 2JF, United Kingdom
3. Research Associate, Medical Economics and Research
Centre, Sheffield (MERCS), Intensive Care Unit, Royal
Hallamshire Hospital, Glossop Road, Sheffield S10 2JF,
United Kingdom
4. Consultant in Anaesthesia and Intensive Care, Medical
Economics and Research Centre, Sheffield (MERCS),
Intensive Care Unit, Royal Hallamshire Hospital, Glossop
Road, Sheffield S10 2JF, United Kingdom
5. Research Associate, Medical Economics and Research
Centre, Sheffield (MERCS), Intensive Care Unit, Royal
Hallamshire Hospital, Glossop Road, Sheffield S10 2JF,
United Kingdom
6. Professor of Health Economics, Institute of Health
Economics, Edmonton, Canada
(Texto
integral-costs2.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:179-181
Evaluation of
the severity of illness (apresentado no
CIMC´2000)
Philipp G. H. Metnitz
Department of Anesthesiology and General
Intensive Care
University Hospital Vienna
Waehringer Guertel 18-20, 1090 Vienna, Austria
(Texto
integral-evaluation.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:187-188
The
utilization of neuronal nets and genetic algoritms in big
databases (apresentado no CIMC´2000)
Milo Engoren
Department of Anesthesiology
St. Vincent Mercy Medical Center
2213 Cherry Street
Toledo, OH 43617
USA
(Texto
integral-neuronal.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:189-192
Ética em
Medicina Intensiva (apresentado no
CIMC´2000)
Paulo Maia
Serviço de Medicina
Intensiva
Hospital Geral de Santo António
Porto, Portugal
(Texto
integral-etica.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:193-195
Corticosteróides
no doente com sepsis e choque séptico
Rui Moreno, Ricardo Matos,
Teresa Fevereiro
Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente, Hospital de
Santo António dos Capuchos
Lisboa, Portugal
(Texto
integral-corticoides.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:197-200
Utilização
vantajosa do radiograma de torax na localização de
pneumotoraces em doentes ventilados
Cristina João,
Patrícia Carrilho, Alfredo Leite, Cristina Miranda,
Isabel Serra,Luís Revés, Teresa Brandão, Paulo Freitas
UCIP, Hospital Fernando da Fonseca, Amadora, Portugal
(Texto
integral-pneumotorax.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:201-202
Intoxicação
por antidepressivos tricíclicos numa unidade de cuidados
intensivos polivalente
Susana Oliveira, Vitor
Lopes, Miguel Robalo, Chantre Lima, Armindo Ramos,
Eduardo Silva
UCIP, Hospital do Desterro, Lisboa, Portugal
RESUMO
A intoxicação por antidepressivos
tricíclicos pode exigir, pela sua gravidade,
monitorização e medidas de suporte, que justificam
internamento em Unidades de Cuidados Intensivos.
Realizou-se um estudo retrospectivo dos 18 doentes com
intoxicação por antidepressivos tricíclicos admitidos
numa Unidade de Cuidados Intensivos durante um período
de 8 anos. Treze doentes eram do sexo masculino e cinco
do sexo feminino, com idade média de 39,1 anos. Os
principais síndromes de admissão foram o coma (em 16
doentes) e a insuficiência respiratória (em 14
doentes). Os níveis séricos foram > 1000 ng/ml em 10
e observou-se síndrome de disfunção múltipla de
órgãos em 16 doentes. Apresentaram alterações
electrocardiográficas 16 doentes, dois dos quais tiveram
QRS alargado, tendo um deles desenvolvido arritmia
ventricular e convulsões. Apesar dos Índices de
Gravidade serem elevados, o tempo de internamento foi
curto (3,7 dias) e a mortalidade hospitalar baixa (2/18).
A análise dos dados colhidos sugere que nem o nível
sérico de antidepressivos tricíclicos, nem o
alargamento do QRS podem com toda a certeza prever a
gravidade do quadro clínico. Os doentes com este tipo de
intoxicação que desenvolvam depressão do estado de
consciência, convulsões, disritmias ou alargamento do
QRS, deverão ser admitidos em Unidades de Cuidados
Intensivos.
(Texto
integral-triciclicos.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:203-205
Radiografia do
mês
Victor Brotas
Serviço 3, Medicina
Hospital de Santo António dos Capuchos, Lisboa, Portugal
(Texto
integral-rx.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:207-208
Como eu faço
ventilação em decúbito ventral
Cheila Simões
UCI, Hospital Garcia de Orta, Almada, Portugal
(Texto
integral-decubito.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:209-210
O
cardiologista e a Medicina Intensiva
Maria de Lurdes
Ferreira
Serviço de Cardiologia, UCI, Hospital de Santa Marta,
Lisboa, Portugal
(Texto
integral-cardiologia.pdf)
Revista Portuguesa de Medicina Intensiva
2001; 2:211-212
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Data de criação: 5
de Março de 2001
Última
actualização: 9 de Abril de
2002 |

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