Normas de Publicação e de Revisão:
(para download das Normas)
A Revista Portuguesa de Medicina
Intensiva é a revista oficial da Sociedade Portuguesa de
Cuidados Intensivos, destinando-se a publicar trabalhos
científicos na área da Medicina Intensiva.
Processo de
Revisão
Os trabalhos recebidos serão revistos em duas fases:
1. Pela Direcção da Revista, que definirão a qualidade
e prioridade para publicação;
2. Por peritos independentes escolhidos pela Direcção
da Revista, para revisão segundo os princípios da
peer-review.
Os trabalhos aceites serão enviados aos autores sob a
forma de provas tipográficas para revisão. Os trabalhos
cuja aceitação dependa de alterações sugeridas pelos
revisores e/ou editores serão reenviados aos autores
para correcção e posterior reapreciação. Os trabalhos
recusados serão devolvidos de imediato aos autores, em
conjunto com as ilustrações, fotografias ou
diapositivos que os possam acompanhar.
Não serão aceites artigos publicados ou a aguardar
publicação noutros periódicos. São passíveis de
publicação trabalhos que previamente tenham tido
divulgação sob a forma de apresentação oral ou
poster.
Normas de Publicação
1. Princípios Gerais
Os trabalhos poderão ser elaborados nas seguintes
línguas: Português, Espanhol, Francês ou Inglês. São
particularmente desaconselhados os neologismos e
entrangeirismos, em especial quando existir equivalentes
portugueses de uso corrente.
Os autores enviarão os trabalhos ao Editor da Revista a
quem será dirigida
uma carta de pedido de publicação, onde conste:
identificação do autor responsável pela
correspondência, com morada, telefone, fax e e-mail, que
a versão final do manuscrito foi revista e aprovada por
todos os autores, que o manuscrito não foi publicado
parcial ou totalmente, ou não se encontra submetido para
publicação noutro jornal, uma indicação da secção
da Revista onde entendam ser mais correcta a sua
inclusão, uma declaração de transferência de direitos
de publicação para a pessoa da Revista Portuguesa de
Medicina Intensiva, caso seja publicado, todo e qualquer
suporte ou participação de entidades que possa levar a
conflito de interesse relacionado com o artigo submetido
para publicação deve ser explicitamente referido.
Os trabalhos serão apresentados sob a forma de
manuscrito (um original e duas cópias) e de cópia
electrónica (disquete).
As opiniões expressas nos artigos são da inteira
responsabilidade dos autores. Os artigos publicados
constituem propriedade inteira da Revista não sendo
autorizada a sua reprodução total ou parcial sem que
seja solicitada uma autorização ao Editor.
1. Tipos de Manuscritos
Os artigos originais não podem ultrapassar as 3,000
palavras (excluir resumo e referências), 30 referências
e não devem conter mais de 5 tabelas e/ou ilustrações.
Cada parte de uma figura conta como ilustração. A
extensão do resumo não deve ser superior a 250
palavras.
Os artigos de revisão são habitualmente submetidos para
publicação após consulta com os editores e são
igualmente enviados para revisão. Não devem ultrapassar
as 4,000 palavras (excluir resumo e referências) e 75
referências. A extensão do resumo não deve ser
superior a 250 palavras.
A descrição de um ou mais casos clínicos serão
aceites se forem de importância e/ou contribuírem para
um avanço importante em termos de conhecimento de uma
determinada patologia. Serão também considerados casos
clínicos, que apesar de serem situações comuns, neles
se realizaram abordagens terapêuticas pouco vulgares ou
ainda em investigação. Não podem ultrapassar as 1,500
palavras, 10 referências e não devem conter mais de 3
tabelas e/ou ilustrações. Cada parte de uma figura
conta como ilustração. O número máximo de autores
não deve ser
superior a seis. O resumo não pode ultrapassar as 150
palavras.
Os editoriais são textos feitos a convite pela
direcção da Revista, e o seu texto não deve
ultrapassar as 1,200 palavras e as 20 referências.
As cartas ao Director têm como objectivo publicar
comentários relativos a artigos publicados na revista,
assim como observações e/ou experiências que pela suas
características possam ser escritas num curto texto. A
extensão máxima é de 500 palavras e 5 referências.
Estas linhas gerais de orientação podem ser alteradas
pontualmente com o acordo expresso da Direcção da
Revista.
2. Preparação de Manuscritos
Os manuscritos devem ser preparados de acordo com as
normas do International Committee of Medical Journal
Editors (publicado no New England Journal of Medicine
1997; 336: 309-316).
Os trabalhos devem ser apresentados em papel branco
formato A4, impressos numa página de cada folha. O
tamanho de letra deve ser 12 e as linhas devem estar
separadas por dois espaços em qualquer das secções do
trabalho. As margens devem ter um tamanho mínimo de 25
mm (ou a mancha de texto deve medir 216 x 279 mm).
3. Estrutura dos Manuscritos
A primeira página deve incluir: título do
artigo, primeiro e último nome de cada autor (sublinhar
o nome do autor responsável pela correspondência e
indicar a morada, telefone, fax e e-mail), nome do local
e da instituição onde o trabalho foi realizado, a sua
morada, e a entidade financiadora do trabalho se existir.
O número total de palavras deve estar indicado no fundo
da página.
A segunda página inclui o resumo, o qual não pode
ultrapassar as 250 palavras e deve ser apresentado em
Português e em Inglês (UK). O resumo deve ter 4
secções, denominados Objectivos, Material e Métodos,
Resultados e Conclusões. O texto deve descrever de forma
sucinta o problema endereçado pelo trabalho , como é
que o estudo foi realizado, os resultados mais
importantes e as conclusões desses
resultados. Nos artigos de revisão o resumo deve constar
de Objectivos, Fontes de Informação, Resultados e
Conclusões. Nos casos clínicos o texto do resumo deve
apresentar a seguinte estrutura Objectivos, Caso(s)
Clínico(s) e Conclusões. O texto deve descrever de
forma sucinta o problema levantado pela patologia, com
descrição de alguma intervenção terapêutica
específica se tiver sido esse o caso, descrição
sucinta e objectiva do caso clínico realçando apenas os
aspectos relevantes e conclusões desses aspectos mais
importantes.
Após o resumo devem ser escritas (em Português e
Inglês) até 6 palavras-chave, utilizando sempre que
possível a nomenclatura do Index Medicus.
Texto: Os manuscritos devem ser
divididos em diferentes secções, propondo-se as
seguintes:
Artigos Originais - Introdução,
Material e Métodos, Resultados, Discussão,
Agradecimentos, Bibliografia, Tabelas e Figuras.
Casos Clínicos - Introdução, Caso(s) Clínico(s),
Discussão, Bibliografia, Tabelas e Figuras.
Artigos de Revisão - Introdução,
Fontes de Informação, Apresentação do Tema,
Bibliografia, Tabelas e Figuras.
A Introdução deve ser o mais sucinta possível, tendo
como objectivo proporcionar uma breve explicação do
problema em causa, assim como dos objectivos do trabalho,
de forma a que o leitor fique com a informação
suficiente para perceber o resto do trabalho.
Na secção Material e Métodos serão descritos os
métodos de selecção dos sujeitos de observação ou de
experimentação referindo o sexo, a idade e outras
características relevantes. Os equipamentos envolvidos
identificam-se pelo nome comercial (e a morada do
fabricante), e a especificação dos métodos de trabalho
deverá ser a suficiente para que outros investigadores
(empregando os mesmos métodos) possam reproduzir os
resultados. Utilizar-se-ão métodos conhecidos
(preferencialmente publicados); caso se opte por novos
procedimentos, estes deverão ser convenientemente
descritos, apresentando-se a justificação para o seu
emprego bem como as suas limitações. Os fármacos
empregues serão rigorosamente identificados (nome
farmacológico, posologia e via de administração).
Os estudos clínicos devem acompanhar-se
de toda a informação disponível acerca do protocolo
(população, intervenções, exposições, resultados,
lógica da análise estatística, destino das
intervenções, métodos de randomização, técnicas de
ocultação, etc.).
Os trabalhos de revisão devem conter
uma secção onde são descritas as fontes de
informação, os métodos empregues na selecção,
localização, importação e síntese de dados (que se
citarão em resumo). Ao referirem-se experiências em
sujeitos humanos será informado o acordo do comité ou
comissão de ética institucional ou regional, bem como a
adequação do estudo aos princípios que constam na
Declaração de Helsínquia, na sua revisão de 1983.
Os nomes dos doentes, bem como as suas iniciais e
números de registo no hospital não devem ser
utilizados.
Os métodos de estudo estatístico serão explicados com
o detalhe suficiente para que ao leitor seja permitido o
acesso aos dados originais e a verificação dos
resultados obtidos. Os resultados devem ser quantificados
e acompanhados com indicadores de medição de erro ou de
incerteza apropriados (por exemplo: intervalos de
confiança).
O software informático empregue será rigorosamente
identificado (nome, fabricante e morada).
Os Resultados serão apresentados obedecendo a uma
sequência lógica no texto, tabelas e ilustrações.
Devem enunciar-se apenas as observações relevantes
evitando a repetição no texto de dados das tabelas e
ilustrações.
Na Discussão salientar-se-ão os aspectos relevantes.
Não devem ser repetidos com detalhe os dados ou outro
material fornecido na introdução ou nos resultados. Na
discussão serão abordadas as implicações dos achados
e suas limitações, bem como eventuais influências
sobre hipotéticas investigações futuras.
Referir-se-ão outros estudos relevantes. Deve
estabelecer-se uma ligação lógica entre os objectivos
do estudo e as conclusões, evitando afirmações
injustificadas e conclusões não baseadas nos dados
obtidos. As novas hipóteses geradas por um estudo devem
ser referidas como tal. Caso seja possível e justificado
poderão incluir-se recomendações.
Os Agradecimentos devem ser escritos numa página
isoladamente, onde são citadas as pessoas ou
instituições que colaboraram no trabalho.
A Bibliografia deve aparecer segundo a ordem de citação
no texto com a
correspondente numeração. No texto a citação deve ser
sempre escrita em numeração árabe entre parêntesis
rectos (ex. [1-4,8]). Os nomes das revistas devem ser
abreviados de acordo com o Index Medicus. Não se podem
usar citações como "observações não
publicadas", "comunicação pessoal" ou
"tese". No caso de citar um artigo já aceite
para publicação este deve ser acompanhado do
comprovativo de que está a aguardar publicação. Se as
citações forem de resumos publicados esse facto deve
ser referido explicitamente.
Exemplos:
artigo - Suter PM, Farieley HB, Schlobohm RM. Optimum
end-expiratory airway pressure in patients with acute
respiratory failure. N Engl J Med 1975; 292: 284-289.
livro - Weinstein L, Swartz MN. Pathogenic properties on
invading microorganisms.
In: Sodeman WA Jr, Sodeman WA, eds. Pathologic
Physiologic Mechanisms of Disease. Philadelphia: WA
Saunders, 1974; 457-472.
As tabelas devem ser apresentadas em folhas à parte com
uma tabela por folha.
Deve constar a numeração da tabela em números árabes
e uma legenda. Devem ser claras e sucintas, devendo as
abreviaturas ter uma nota explicativa por baixo da
tabela. Se a tabela ocupar mais de uma folha o cabeçalho
deve ser o mesmo em ambas as folhas. A Revista só admite
tabelas que ocupem no máximo uma página impressa.
Os gráficos e as fotografias formam em conjunto as
figuras. Estas também têm uma numeração árabe
correspondente. A legenda das figuras deve ser escrita
numa folha individualizada, também a dois espaços.
Os gráficos apresentam-se em folhas à parte, impressos
a preto em impressora de alta resolução, com as
seguintes dimensões 9x12 ou 12x18 cm.
As fotografias devem ser de alta qualidade e a preto e
branco, com 9x12 cm. As fotografias a cores implicam
prévio acordo com a Direcção da Revista dado o elevado
preço de impressão. As fotografias devem ter no verso,
escrito a lápis, o nome do primeiro autor e uma seta
apontado o lado superior.
Se forem utilizadas fotografias de indivíduos, devem
empregar-se meios físicos de ocultação que impeçam a
sua identificação. Neste contexto, os autores deverão
solicitar uma autorização escrita para utilização da
imagem.
As microfotografias devem ter marcadores de escalas no
seu interior, com o contraste suficiente para se
distinguirem com facilidade.
As ilustrações serão numeradas de acordo com a ordem
de citação no texto. O emprego de gravuras já
publicadas requer uma autorização escrita do seu
proprietário (copyright holder).
As Unidades de medida de comprimento, altura, peso e
volume devem ser expressas em unidades métricas (metro,
quilograma ou litro) ou dos seus múltiplos decimais. As
temperaturas devem ser referidas em graus Celsius. As
tensões arteriais serão expressas em milímetros de
Mercúrio. Todas as medições hematológicas ou
bioquímicas serão referidas no sistema métrico de
acordo com o Sistema Internacional de Unidades (SI). O
Editor poderá solicitar ao autor o emprego de um sistema
alternativo (não SI).
Quanto às Abreviaturas e Símbolos só são permitidas
abreviaturas estandardizadas, mas deve evitar-se a sua
utilização no título e no resumo. O termo exacto a que
é referida uma abreviatura deve ser referido no texto
antes da sua primeira utilização.
4. Manuscritos em formato electrónico
Os trabalhos manuscritos devem ser acompanhados de uma
cópia em formato electrónico, sobre
"disquette". Se possível, os textos devem ser
apresentados em duas versões:
formato de processador de texto (IBM compatível ou
Macintosh), sendo necessário referir em que processador
de texto foi feito;
num dos seguintes formatos de permuta (por ordem de
preferência):
RTF (Microsoft Rich Text Format)
DCA/RTF (Document Containment Architecturel Revisable
Form Text)
DCA/FFT (Document Containment Architecturel Revisable
Form Text)
ASCII ou "text only"
Ao trabalho será atribuído um nome de ficheiro.
O ficheiro de texto e o texto impresso devem ser
rigorosamente idênticos, sob pena de serem implicados
atrasos e despesas adicionais com tarefas de correcção.
Não é exigida qualquer formatação especial de
página.
O texto deve ser contínuo; a instrução enter ou hard
return só será aplicada no fim de parágrafos,
títulos, subtítulos, tabelas, etc.. Será utilizada a
paginação automática incorporada no processador de
texto. Quaisquer frases ou palavras que se desejem fazer
sobressair serão indicados em itálico (ou sublinhadas,
se tal não for possível).
O tipo Boldface será apenas utilizado em símbolos
matemáticos. As tabelas e legendas de imagens devem ser
colocadas no fim do ficheiro de texto.
Todas as regras de apresentação em manuscrito atrás
enunciadas são aplicáveis ao formato electrónico.
As imagens incluídas devem ser apresentadas em formato
portrait ou landscape sem inclusão de margens
adicionais, e geradas em programas comuns: Corel Draw ou
Designer para Windows ou Windows95 e Freehand ou
Ilustrator para o Apple System7.
Os dados devem ser enviados em formato de arquivo em
disquetes 3.5 polegadas ou via ftp. Preferem-se os
formatos ZIP ou ARJ.
As disquetes devem ser etiquetadas com as seguintes
informações:
nome e extensão do ficheiro
-nome do autor
-sistema operativo (DOS, Windows95, Mac OS)
-programa de compressão
-programa de imagens com o número da versão.
É imprescindível o envio de uma cópia impressa de todo
o material enviado. Caso as versões não sejam
sobreponíveis, considerar-se-á final e analisável para
publicação a impressa.
1. Secções da Revista
Editorial
Texto versando ou não temas abordados em cada
edição, reflectindo os aspectos gerais da linha
editorial da Revista. A elaboração estará a cargo do
Director, ou do Editor, ou de alguma individualidade
escolhida pela Direcção da Revista.
Artigos Originais
Trabalhos originais envolvendo estudos
controlados, estudos de intervenção, avaliação de
custo-eficácia, avaliação custo-benefício,
inquéritos sobre métodos de diagnóstico ou modalidades
terapêuticas, investigação sobre casuísticas,
avaliação de resultados assistenciais, estudos de
prognóstico. Devem ser claramente definidos: os
objectivos, a metodologia as intervenções, os
resultados, a discussão no contexto da literatura
publicada e as conclusões.
Artigos de Revisão
Avaliações sistematizadas e críticas da
literatura, e de fontes de dados referentes a tópicos
clínicos ou às ciências básicas, salientando factores
como a etiologia, o diagnóstico, a terapêutica, o
prognóstico e a prevenção. Todas as fontes e artigos
devem ser sistematicamente seleccionados e avaliados
criticamente. Os processos de escolha devem ser descritos
no sector de fontes de informação. As meta-análises
serão consideradas matéria de artigo de revisão.
Casos Clínicos
Exposição cronologicamente organizada de um ou
mais caso(s) clínico(s), seguida de discussão do
diagnóstico diferencial e da apresentação de um
diagnóstico clínico, de discussão anatomopatológica e
de um diagnóstico final. Apresentação de dados
clínicos relativos às modalidades terapêuticas
empregues, ao prognóstico e ao destino do doente.
Imagens em Cuidados Intensivos
Apresentação de 1 ou duas imagens referentes a
elementos imagiológicos, anatomopatológicos,
laboratoriais ou dermatológicos que pela sua raridade,
apresentação menos convencional ou qualidade
didáctica, mereçam divulgação. Serão acompanhados de
um texto explicativo com extensão nunca superior a 100
palavras, sem referências. Os autores e a instituição
deverão estar identificados.
Como eu faço
Apresentação por um perito de um tema de
cuidados intensivos de forma clara, acessível e
pedagógica.
O Ponto de Vista do
Solicitar a um especialista de outra área da
medicina a sua opinião sobre um tema em comum com os
cuidados intensivos.
Artigos Revistos
Resumos concisos e objectivos de artigos
relevantes da literatura científica actual, salientando
os ensinamentos práticos mais importantes. Serão
apresentadas cinco citações em cada edição da
Revista. O texto de cada citação poderá ter um máximo
de 200 palavras. Não serão incluídos tabelas, imagens
ou referências bibliográficas. Cada resumo será
iniciado com a identificação do artigo revisto segundo
as normas da apresentação de citações
bibliográficas. Cartas ao Director Apresentação de
opiniões sobre artigos publicados na Revista, ou de
outros temas com interesse na área dos cuidados
intensivos, ou das ciências biomédicas. O texto não
ultrapassará as 300 palavras (excluindo bibliografia,
tabelas e legendas). Poderá incluir até 4 referências
bibliográficas, uma tabela e uma imagem.
Cartas ao Director
Apresentação de opiniões sobre artigos
publicados na Revista, ou de outros temas com interesse
na área dos cuidados intensivos, ou das ciências
biomédicas. O texto não ultrapassará as 300 palavras
(excluindo bibliografia, tabelas e figuras). Poderá
incluir até 5 referências bibliográficas e uma tabela
ou uma figura.
Noticiário
Relato breve e condensado de acontecimentos ou utilidades
de natureza científica, política ou social que
interessem à área dos cuidados intensivos.

UTILITÁRIOS
Data de criação: 8
de Julho de 1997
Última
actualização: 16 de Abril de
2002 |

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Copyright©1997, 2002
Sociedade Portuguesa de Cuidados
Intensivos |
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