REVISTA PORTUGUESA DE

MEDICINA
INTENSIVA

Editor Rui Moreno
Editores-Associados Eduardo Almeida
  Eduardo Silva



UTILITÁRIOS

Edição:
Propriedade da S.P.C.I.

Correspondência, secretariado e propriedade:
SPCI
Rua Rodrigo da Fonseca, 204 - 1º Esq.
1070-245 Lisboa
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Periodicidade trimestral
Assinatura anual: 10 € (2005$00)
Número avulso: 7,5 € (1504$00)
ISSN - 0872 - 3087
Depósito legal: No. 62898/93
Registo RRC No. 386

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Intersurgical

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Números disponíveis: 

Director: Fernando Rua
Número 6 - Junho de 1996
Número 7/8 - Junho de 1997
Editor Interino: Carlos França
Ano 7 - Suplemento 1 - Novembro de 1998
Editor: Rui Moreno
Editores-Associados:

Eduardo Almeida; Eduardo Silva
Volume 8 - Número 1 - Junho de 1999
Volume 8 - Número 2 - Dezembro de 1999
Volume 9 - Número 1 - Março de 2000
Volume 9 - Número 2 - 2000
Volume 9 - Número 3 - 2000
Volume 10 - Número 1 - 2001
Volume 10 - Número 2 - 2001
Conselho de Redacção Conselho Científico
Cheila Simões
Emília Torres
José Andrade Gomes
José Chaves Caminha
Maria Purificação Oliveira
Paulo Baltazar
Pedro Póvoa
Ricardo Matos
Rui Seca
Ana Picado
Cristina Veríssimo
Fernando Rua
Filomena Martins
Isabel Pereira Lopes
Jaime Duarte
Jesus Raposo
Jorge Miranda
Jorge Pimentel
Maria Helena Mota Silva
Maria José Rebocho
Paula Torres
Pedro Abecasis
Secretária de Redacção: Cristina Sousa
 
 

Normas de Publicação e de Revisão:
(para download das Normas)

A Revista Portuguesa de Medicina Intensiva é a revista oficial da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos, destinando-se a publicar trabalhos científicos na área da Medicina Intensiva.

Processo de Revisão
Os trabalhos recebidos serão revistos em duas fases:

1. Pela Direcção da Revista, que definirão a qualidade e prioridade para publicação;
2. Por peritos independentes escolhidos pela Direcção da Revista, para revisão segundo os princípios da peer-review.
Os trabalhos aceites serão enviados aos autores sob a forma de provas tipográficas para revisão. Os trabalhos cuja aceitação dependa de alterações sugeridas pelos revisores e/ou editores serão reenviados aos autores para correcção e posterior reapreciação. Os trabalhos recusados serão devolvidos de imediato aos autores, em conjunto com as ilustrações, fotografias ou diapositivos que os possam acompanhar.

Não serão aceites artigos publicados ou a aguardar publicação noutros periódicos. São passíveis de publicação trabalhos que previamente tenham tido divulgação sob a forma de apresentação oral ou poster.

Normas de Publicação
1. Princípios Gerais
Os trabalhos poderão ser elaborados nas seguintes línguas: Português, Espanhol, Francês ou Inglês. São particularmente desaconselhados os neologismos e entrangeirismos, em especial quando existir equivalentes portugueses de uso corrente.

Os autores enviarão os trabalhos ao Editor da Revista a quem será dirigida
uma carta de pedido de publicação, onde conste:
identificação do autor responsável pela correspondência, com morada, telefone, fax e e-mail, que a versão final do manuscrito foi revista e aprovada por todos os autores, que o manuscrito não foi publicado parcial ou totalmente, ou não se encontra submetido para publicação noutro jornal, uma indicação da secção da Revista onde entendam ser mais correcta a sua inclusão, uma declaração de transferência de direitos de publicação para a pessoa da Revista Portuguesa de Medicina Intensiva, caso seja publicado, todo e qualquer suporte ou participação de entidades que possa levar a conflito de interesse relacionado com o artigo submetido para publicação deve ser explicitamente referido.

Os trabalhos serão apresentados sob a forma de manuscrito (um original e duas cópias) e de cópia electrónica (disquete).

As opiniões expressas nos artigos são da inteira responsabilidade dos autores. Os artigos publicados constituem propriedade inteira da Revista não sendo autorizada a sua reprodução total ou parcial sem que seja solicitada uma autorização ao Editor.

1. Tipos de Manuscritos
Os artigos originais não podem ultrapassar as 3,000 palavras (excluir resumo e referências), 30 referências e não devem conter mais de 5 tabelas e/ou ilustrações.
Cada parte de uma figura conta como ilustração. A extensão do resumo não deve ser superior a 250 palavras.

Os artigos de revisão são habitualmente submetidos para publicação após consulta com os editores e são igualmente enviados para revisão. Não devem ultrapassar as 4,000 palavras (excluir resumo e referências) e 75 referências. A extensão do resumo não deve ser superior a 250 palavras.

A descrição de um ou mais casos clínicos serão aceites se forem de importância e/ou contribuírem para um avanço importante em termos de conhecimento de uma determinada patologia. Serão também considerados casos clínicos, que apesar de serem situações comuns, neles se realizaram abordagens terapêuticas pouco vulgares ou ainda em investigação. Não podem ultrapassar as 1,500 palavras, 10 referências e não devem conter mais de 3 tabelas e/ou ilustrações. Cada parte de uma figura conta como ilustração. O número máximo de autores não deve ser
superior a seis. O resumo não pode ultrapassar as 150 palavras.

Os editoriais são textos feitos a convite pela direcção da Revista, e o seu texto não deve ultrapassar as 1,200 palavras e as 20 referências.

As cartas ao Director têm como objectivo publicar comentários relativos a artigos publicados na revista, assim como observações e/ou experiências que pela suas características possam ser escritas num curto texto. A extensão máxima é de 500 palavras e 5 referências.

Estas linhas gerais de orientação podem ser alteradas pontualmente com o acordo expresso da Direcção da Revista.

2. Preparação de Manuscritos
Os manuscritos devem ser preparados de acordo com as normas do International Committee of Medical Journal Editors (publicado no New England Journal of Medicine 1997; 336: 309-316).

Os trabalhos devem ser apresentados em papel branco formato A4, impressos numa página de cada folha. O tamanho de letra deve ser 12 e as linhas devem estar separadas por dois espaços em qualquer das secções do trabalho. As margens devem ter um tamanho mínimo de 25 mm (ou a mancha de texto deve medir 216 x 279 mm).

3. Estrutura dos Manuscritos
A primeira página deve incluir: título do artigo, primeiro e último nome de cada autor (sublinhar o nome do autor responsável pela correspondência e indicar a morada, telefone, fax e e-mail), nome do local e da instituição onde o trabalho foi realizado, a sua morada, e a entidade financiadora do trabalho se existir.

O número total de palavras deve estar indicado no fundo da página.

A segunda página inclui o resumo, o qual não pode ultrapassar as 250 palavras e deve ser apresentado em Português e em Inglês (UK). O resumo deve ter 4 secções, denominados Objectivos, Material e Métodos, Resultados e Conclusões. O texto deve descrever de forma sucinta o problema endereçado pelo trabalho , como é que o estudo foi realizado, os resultados mais importantes e as conclusões desses
resultados. Nos artigos de revisão o resumo deve constar de Objectivos, Fontes de Informação, Resultados e Conclusões. Nos casos clínicos o texto do resumo deve apresentar a seguinte estrutura Objectivos, Caso(s) Clínico(s) e Conclusões. O texto deve descrever de forma sucinta o problema levantado pela patologia, com descrição de alguma intervenção terapêutica específica se tiver sido esse o caso, descrição sucinta e objectiva do caso clínico realçando apenas os aspectos relevantes e conclusões desses aspectos mais importantes.

Após o resumo devem ser escritas (em Português e Inglês) até 6 palavras-chave, utilizando sempre que possível a nomenclatura do Index Medicus.

Texto: Os manuscritos devem ser divididos em diferentes secções, propondo-se as seguintes:

Artigos Originais - Introdução, Material e Métodos, Resultados, Discussão, Agradecimentos, Bibliografia, Tabelas e Figuras.
Casos Clínicos - Introdução, Caso(s) Clínico(s), Discussão, Bibliografia, Tabelas e Figuras.

Artigos de Revisão - Introdução, Fontes de Informação, Apresentação do Tema, Bibliografia, Tabelas e Figuras.
A Introdução deve ser o mais sucinta possível, tendo como objectivo proporcionar uma breve explicação do problema em causa, assim como dos objectivos do trabalho, de forma a que o leitor fique com a informação suficiente para perceber o resto do trabalho.

Na secção Material e Métodos serão descritos os métodos de selecção dos sujeitos de observação ou de experimentação referindo o sexo, a idade e outras características relevantes. Os equipamentos envolvidos identificam-se pelo nome comercial (e a morada do fabricante), e a especificação dos métodos de trabalho deverá ser a suficiente para que outros investigadores (empregando os mesmos métodos) possam reproduzir os resultados. Utilizar-se-ão métodos conhecidos
(preferencialmente publicados); caso se opte por novos procedimentos, estes deverão ser convenientemente descritos, apresentando-se a justificação para o seu emprego bem como as suas limitações. Os fármacos empregues serão rigorosamente identificados (nome farmacológico, posologia e via de administração).

Os estudos clínicos devem acompanhar-se de toda a informação disponível acerca do protocolo (população, intervenções, exposições, resultados, lógica da análise estatística, destino das intervenções, métodos de randomização, técnicas de ocultação, etc.).

Os trabalhos de revisão devem conter uma secção onde são descritas as fontes de informação, os métodos empregues na selecção, localização, importação e síntese de dados (que se citarão em resumo). Ao referirem-se experiências em sujeitos humanos será informado o acordo do comité ou comissão de ética institucional ou regional, bem como a adequação do estudo aos princípios que constam na Declaração de Helsínquia, na sua revisão de 1983.

Os nomes dos doentes, bem como as suas iniciais e números de registo no hospital não devem ser utilizados.

Os métodos de estudo estatístico serão explicados com o detalhe suficiente para que ao leitor seja permitido o acesso aos dados originais e a verificação dos resultados obtidos. Os resultados devem ser quantificados e acompanhados com indicadores de medição de erro ou de incerteza apropriados (por exemplo: intervalos de confiança).

O software informático empregue será rigorosamente identificado (nome, fabricante e morada).

Os Resultados serão apresentados obedecendo a uma sequência lógica no texto, tabelas e ilustrações. Devem enunciar-se apenas as observações relevantes evitando a repetição no texto de dados das tabelas e ilustrações.

Na Discussão salientar-se-ão os aspectos relevantes. Não devem ser repetidos com detalhe os dados ou outro material fornecido na introdução ou nos resultados. Na discussão serão abordadas as implicações dos achados e suas limitações, bem como eventuais influências sobre hipotéticas investigações futuras. Referir-se-ão outros estudos relevantes. Deve estabelecer-se uma ligação lógica entre os objectivos do estudo e as conclusões, evitando afirmações injustificadas e conclusões não baseadas nos dados obtidos. As novas hipóteses geradas por um estudo devem ser referidas como tal. Caso seja possível e justificado poderão incluir-se recomendações.

Os Agradecimentos devem ser escritos numa página isoladamente, onde são citadas as pessoas ou instituições que colaboraram no trabalho.

A Bibliografia deve aparecer segundo a ordem de citação no texto com a
correspondente numeração. No texto a citação deve ser sempre escrita em numeração árabe entre parêntesis rectos (ex. [1-4,8]). Os nomes das revistas devem ser abreviados de acordo com o Index Medicus. Não se podem usar citações como "observações não publicadas", "comunicação pessoal" ou "tese". No caso de citar um artigo já aceite para publicação este deve ser acompanhado do comprovativo de que está a aguardar publicação. Se as citações forem de resumos publicados esse facto deve ser referido explicitamente.

Exemplos:
artigo - Suter PM, Farieley HB, Schlobohm RM. Optimum end-expiratory airway pressure in patients with acute respiratory failure. N Engl J Med 1975; 292: 284-289.

livro - Weinstein L, Swartz MN. Pathogenic properties on invading microorganisms.
In: Sodeman WA Jr, Sodeman WA, eds. Pathologic Physiologic Mechanisms of Disease. Philadelphia: WA Saunders, 1974; 457-472.

As tabelas devem ser apresentadas em folhas à parte com uma tabela por folha.
Deve constar a numeração da tabela em números árabes e uma legenda. Devem ser claras e sucintas, devendo as abreviaturas ter uma nota explicativa por baixo da tabela. Se a tabela ocupar mais de uma folha o cabeçalho deve ser o mesmo em ambas as folhas. A Revista só admite tabelas que ocupem no máximo uma página impressa.

Os gráficos e as fotografias formam em conjunto as figuras. Estas também têm uma numeração árabe correspondente. A legenda das figuras deve ser escrita numa folha individualizada, também a dois espaços.

Os gráficos apresentam-se em folhas à parte, impressos a preto em impressora de alta resolução, com as seguintes dimensões 9x12 ou 12x18 cm.

As fotografias devem ser de alta qualidade e a preto e branco, com 9x12 cm. As fotografias a cores implicam prévio acordo com a Direcção da Revista dado o elevado preço de impressão. As fotografias devem ter no verso, escrito a lápis, o nome do primeiro autor e uma seta apontado o lado superior.

Se forem utilizadas fotografias de indivíduos, devem empregar-se meios físicos de ocultação que impeçam a sua identificação. Neste contexto, os autores deverão solicitar uma autorização escrita para utilização da imagem.

As microfotografias devem ter marcadores de escalas no seu interior, com o contraste suficiente para se distinguirem com facilidade.

As ilustrações serão numeradas de acordo com a ordem de citação no texto. O emprego de gravuras já publicadas requer uma autorização escrita do seu proprietário (copyright holder).

As Unidades de medida de comprimento, altura, peso e volume devem ser expressas em unidades métricas (metro, quilograma ou litro) ou dos seus múltiplos decimais. As temperaturas devem ser referidas em graus Celsius. As tensões arteriais serão expressas em milímetros de Mercúrio. Todas as medições hematológicas ou bioquímicas serão referidas no sistema métrico de acordo com o Sistema Internacional de Unidades (SI). O Editor poderá solicitar ao autor o emprego de um sistema alternativo (não SI).

Quanto às Abreviaturas e Símbolos só são permitidas abreviaturas estandardizadas, mas deve evitar-se a sua utilização no título e no resumo. O termo exacto a que é referida uma abreviatura deve ser referido no texto antes da sua primeira utilização.

4. Manuscritos em formato electrónico

Os trabalhos manuscritos devem ser acompanhados de uma cópia em formato electrónico, sobre "disquette". Se possível, os textos devem ser apresentados em duas versões:
formato de processador de texto (IBM compatível ou Macintosh), sendo necessário referir em que processador de texto foi feito;
num dos seguintes formatos de permuta (por ordem de preferência):
RTF (Microsoft Rich Text Format)
DCA/RTF (Document Containment Architecturel Revisable Form Text)
DCA/FFT (Document Containment Architecturel Revisable Form Text)
ASCII ou "text only"

Ao trabalho será atribuído um nome de ficheiro.

O ficheiro de texto e o texto impresso devem ser rigorosamente idênticos, sob pena de serem implicados atrasos e despesas adicionais com tarefas de correcção. Não é exigida qualquer formatação especial de página.

O texto deve ser contínuo; a instrução enter ou hard return só será aplicada no fim de parágrafos, títulos, subtítulos, tabelas, etc.. Será utilizada a paginação automática incorporada no processador de texto. Quaisquer frases ou palavras que se desejem fazer sobressair serão indicados em itálico (ou sublinhadas, se tal não for possível).

O tipo Boldface será apenas utilizado em símbolos matemáticos. As tabelas e legendas de imagens devem ser colocadas no fim do ficheiro de texto.

Todas as regras de apresentação em manuscrito atrás enunciadas são aplicáveis ao formato electrónico.

As imagens incluídas devem ser apresentadas em formato portrait ou landscape sem inclusão de margens adicionais, e geradas em programas comuns: Corel Draw ou Designer para Windows ou Windows95 e Freehand ou Ilustrator para o Apple System7.

Os dados devem ser enviados em formato de arquivo em disquetes 3.5 polegadas ou via ftp. Preferem-se os formatos ZIP ou ARJ.

As disquetes devem ser etiquetadas com as seguintes informações:
nome e extensão do ficheiro
-nome do autor
-sistema operativo (DOS, Windows95, Mac OS)
-programa de compressão
-programa de imagens com o número da versão.

É imprescindível o envio de uma cópia impressa de todo o material enviado. Caso as versões não sejam sobreponíveis, considerar-se-á final e analisável para publicação a impressa.

1. Secções da Revista
Editorial
Texto versando ou não temas abordados em cada edição, reflectindo os aspectos gerais da linha editorial da Revista. A elaboração estará a cargo do Director, ou do Editor, ou de alguma individualidade escolhida pela Direcção da Revista.

Artigos Originais
Trabalhos originais envolvendo estudos controlados, estudos de intervenção, avaliação de custo-eficácia, avaliação custo-benefício, inquéritos sobre métodos de diagnóstico ou modalidades terapêuticas, investigação sobre casuísticas, avaliação de resultados assistenciais, estudos de prognóstico. Devem ser claramente definidos: os objectivos, a metodologia as intervenções, os resultados, a discussão no contexto da literatura publicada e as conclusões.

Artigos de Revisão
Avaliações sistematizadas e críticas da literatura, e de fontes de dados referentes a tópicos clínicos ou às ciências básicas, salientando factores como a etiologia, o diagnóstico, a terapêutica, o prognóstico e a prevenção. Todas as fontes e artigos devem ser sistematicamente seleccionados e avaliados criticamente. Os processos de escolha devem ser descritos no sector de fontes de informação. As meta-análises serão consideradas matéria de artigo de revisão.

Casos Clínicos
Exposição cronologicamente organizada de um ou mais caso(s) clínico(s), seguida de discussão do diagnóstico diferencial e da apresentação de um diagnóstico clínico, de discussão anatomopatológica e de um diagnóstico final. Apresentação de dados clínicos relativos às modalidades terapêuticas empregues, ao prognóstico e ao destino do doente.

Imagens em Cuidados Intensivos
Apresentação de 1 ou duas imagens referentes a elementos imagiológicos, anatomopatológicos, laboratoriais ou dermatológicos que pela sua raridade, apresentação menos convencional ou qualidade didáctica, mereçam divulgação. Serão acompanhados de um texto explicativo com extensão nunca superior a 100 palavras, sem referências. Os autores e a instituição deverão estar identificados.

Como eu faço…
Apresentação por um perito de um tema de cuidados intensivos de forma clara, acessível e pedagógica.

O Ponto de Vista do…
Solicitar a um especialista de outra área da medicina a sua opinião sobre um tema em comum com os cuidados intensivos.

Artigos Revistos
Resumos concisos e objectivos de artigos relevantes da literatura científica actual, salientando os ensinamentos práticos mais importantes. Serão apresentadas cinco citações em cada edição da Revista. O texto de cada citação poderá ter um máximo de 200 palavras. Não serão incluídos tabelas, imagens ou referências bibliográficas. Cada resumo será iniciado com a identificação do artigo revisto segundo as normas da apresentação de citações bibliográficas. Cartas ao Director Apresentação de opiniões sobre artigos publicados na Revista, ou de outros temas com interesse na área dos cuidados intensivos, ou das ciências biomédicas. O texto não ultrapassará as 300 palavras (excluindo bibliografia, tabelas e legendas). Poderá incluir até 4 referências bibliográficas, uma tabela e uma imagem.

Cartas ao Director
Apresentação de opiniões sobre artigos publicados na Revista, ou de outros temas com interesse na área dos cuidados intensivos, ou das ciências biomédicas. O texto não ultrapassará as 300 palavras (excluindo bibliografia, tabelas e figuras). Poderá incluir até 5 referências bibliográficas e uma tabela ou uma figura.

Noticiário
Relato breve e condensado de acontecimentos ou utilidades de natureza científica, política ou social que interessem à área dos cuidados intensivos.

UTILITÁRIOS

Data de criação: 8 de Julho de 1997
Última actualização: 16 de Abril de 2002

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