UTILITÁRIOS |
| Presidente | Prof. Dr. Rui Moreno | Lisboa |
| Vice-Presidentes | Dr. Paulo Maia | Porto |
| Enf. Acácio Bernardino | Porto | |
| Secretário-Geral | Dr. Ricardo Matos | Lisboa |
| Tesoureiro | Dr. João Gouveia | Lisboa |
| Vogais | Dr. António Marques | Porto |
| Dr. José Artur Paiva | Porto | |
| Vogal - Médico | Dr. João Paulo Almeida e Sousa | Coimbra |
| Vogal - Enfermagem | Enf. António Almeida | Lisboa |
| Secção Médica | ||
| Vogal da Direcção | Dr. João Paulo Almeida e Sousa | Coimbra |
| Drª. Paula Coutinho | Coimbra | |
| Dr. Luís Reis | Lisboa | |
| Secção de Enfermagem | ||
| Vogal da Direcção | Enf. António Almeida | Lisboa |
| Enf. Luís Filipe Fernandes | Vila Real | |
| Enf. Fernando Aleixo | Portimão |
| Presidente | Dr. Eduardo Almeida | Almada |
| Vice-Presidente | Dr. Carlos França | Lisboa |
| Secretário | Dr. Álvaro Silva | Porto |
| Presidente | Prof. Dr. Jorge Pimentel | Coimbra |
| Dr. Fernando Rua | Porto | |
| Dr. Custódio Fidalgo | Santarém |
Sócios Honorários
| António Manuel Bessa Paes Cardoso |
| Armando Guimarães Pinheiro |
| António Resina Rodrigues |
| Armando Sales Luís |
| Augusto Reimão Pinto |
| Corino de Andrade |
| Emílio Moreira |
| Guillermo Vasquez Mata |
| José António Castel Branco Mota |
| Laura Carreiro Massa |
Após o 1º Congresso
Mundial de Cuidados Intensivos (Junho de 1974 - Londres) foi
criado em Portugal um grupo promotor da futura Sociedade
Portuguesa de Cuidados Intensivos.
Esse grupo teve várias reuniões preparatórias que culminaram
com a criação de uma Comissão eleita (Solange
Quintal; Maria Helena Rodrigues, Jorge Tuna, Tobias Amarante,
Silva Araújo, Sales Luís, Sá Pereira). Foram angariados novos
elementos; foram elaborados e aprovados uns Estatutos e a
Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos foi constituída
legalmente a 13 de Fevereiro de 1978, no 1º Cartório Notarial
de Lisboa, na presença dos seguintes elementos: Prof. Dr.
Armando Octávio Carvalho Sales Luís, Dr. Luís António Matos
Sá Pereira, Dr. Henrique Pereira Villaret, Drª. Maria Céu
Matos Chambel Fonseca e Enfª. Antónia Maria Palma Curado.
A 10 de Março de 1978 foi
realizada uma Assembleia Geral Ordinária que ratificou a
constituição dos Corpos Gerentes, eleitos em Agosto de
1977, cuja composição era a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Silva Araújo (Porto)
Vice-Presidente - Eng. San Miguel Bento (Lisboa)
Secretário - Enf. Cante Nabo (Lisboa)
Direcção:
Presidente - Prof. Dr. Sales Luís (Lisboa)
Vice-Presidentes - Dr. Lopes Pimenta (Porto), Prof. Carrington
Costa (Coimbra) e Enf. Palma Curado (Lisboa)
Secretário-Geral - Dr. Sá Pereira (Lisboa)
Secretários Regionais - Dr. Brito Lhamas (Porto), Drª. Maria
Céu Fonseca (Lisboa) e Dr. Ubach Ferrão (Coimbra)
Tesoureiro - Dr. Henrique Villaret (Lisboa)
Conselho Fiscal:
Dr. Eduardo Beltrão (Lisboa), Eng. Sousa e Silva (Lisboa) e Enf.
Moura Neves (Porto)
Os Corpos Gerentes
do triénio seguinte (1981/1983), foram:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. A. Fortes Espinheira (Lisboa)
Vice-Presidente - Enfª. Maria Vieira (Coimbra)
Secretário - Eng. António Carlos Morais Nunes (Coimbra)
Direcção:
Presidente - Dr. Armando Pinheiro (Porto)
Vice-Presidentes - Dr. E. Lopes Soares (Lisboa), Dr. José David
Gomes (Coimbra) e Enfª. Fernanda Nascimento (Porto)
Secretário-Geral - Drª. Fernanda Nunes (Porto)
Secretários Regionais - Dr. Alberto Lema Santos (Lisboa), Dr.
Mário Falcão (Coimbra) e Dr. Ovídio António Pereira Costa
(Porto)
Tesoureiro - Dr. Mário Lopes (Porto)
Conselho Fiscal: Dr. Daniel Cabeçadas (Lisboa), Eng. Serra Matos
(Lisboa) e Enf. Rodrigues Lopes (Lisboa)
Os Corpos Gerentes do triénio 1984/1986, foram:
Assembleia Geral:
Presidente - Prof. Dr. António Torrado Silva (Coimbra)
Vice-Presidente - Drª. Maria Fátima Guedes Serra Lopes (Porto)
Secretário - Maria Balbina Oliveira (Lisboa)
Direcção:
Presidente - Prof. Dr. Rui Carrington Costa (Coimbra)
Vice-Presidentes - Prof. Dr. Carlos Ribeiro (Lisboa), Dr. Cunha
Leal (Coimbra) e Dr. António Paes Cardoso (Porto)
Secretário-Geral - Dr. Jorge Pimentel (Coimbra)
Secretários Regionais - Eng. San Miguel Bento (Lisboa), Enfª.
Josefina Macedo (Coimbra) e Enfª. Maria Barbosa (Porto)
Tesoureiro - Dr. António Lopes Craveiro (Coimbra)
Conselho Fiscal: Dr. Rocha Melo (Porto), Dr. Sérgio Alexandrino
(Porto) e Enfª. Pinto de Almeida (Porto)
Os Corpos Gerentes no triénio 1987/1989, que
prolongaram o seu mandato até finais de 1990, foram:
Assembleia Geral:
Presidente - Prof. Dr. Armando Sales Luís (Lisboa)
Vice-Presidente - Dr. José António Castel-Branco Mota (Lisboa)
Secretário - Dr. Figueiredo Lima (Lisboa)
Direcção:
Presidente - Prof. Dr. António Couto (Lisboa)
Vice-Presidentes - Dr. António Resina Rodrigues (Lisboa), Dr.
Júlio Maria Souto Gonçalves e Dr. Alberto Almeida
Secretário-Geral - Dr. Rui Sérgio Ferreira (Lisboa)
Secretários Adjuntos:
Dr. António Fonseca Antunes (Lisboa), Dr. Armindo Mendes Rebelo
(Coimbra) e Enf. José Saraiva Bernardino (Porto)
Tesoureiro - Enf. António Tomé Saiote (Lisboa)
Conselho Fiscal: Drª. Gabriela Brun (Lisboa), Eng. Rui Viegas
(Lisboa) e Enfª. Maria Benilde Duarte (Lisboa).
Os Corpos Gerentes do triénio 1991/1993 foram
os seguintes:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Sérgio Mário Couto Alexandrino (Porto)
Vice-Presidente - Dr. Alberto José Almeida
Secretário - Dr. Jorge Almeida Reis
Direcção:
Presidente - Dr. António Manuel Paes Cardoso (Porto)
Vice-Presidentes - Dr. Manuel João Moreira Brandão (Porto),
Enf. Anselmo Oliveira Madureira (Porto) e Engª. Maria João
Vitorino (Lisboa)
Secretário-Geral - Dr. Fernando Rua Martins (Porto)
Vogais - Drª. Ana Maria Parente Mota (Porto), Dr. António
Manuel Fonseca Antunes (Lisboa), Dr. Armindo Alexandre Mendes
Rebelo (Coimbra), Drª. Isabel Maria Marques Aragão (Porto) e
Enfª. Marília Franco Henriques (Lisboa)
Tesoureiro - Dr. Jorge Manuel Roque Neves Santos
Conselho Fiscal - Dr. Aníbal António Braga Albuquerque (Porto),
Enfª. Maria Barbosa Fernandes Sousa (Porto) e Enf. José Acácio
Bernardino (Porto)
Os Corpos Gerentes do triénio 1994/1996, foram
os seguintes:
Assembleia Geral:
Presidente - Prof. Dr. Carrington Costa (Coimbra)
Vice-Presidente - Dr. A. Carvalheira Santos (Lisboa)
Secretário - Dr. Dinis Cunha Leal (Coimbra)
Direcção:
Presidente - Dr. Jorge Pimentel (Coimbra)
Vice-Presidentes - Dr. Armindo Rebelo (Coimbra), Enfª. Helena
Mendes (Coimbra) e Eng. S. Miguel Bento (Lisboa)
Secretário-Geral - Dr. João Janeiro Costa (Coimbra)
Vogais - Dr. José Chaves Caminha (Porto), Dr. Pedro Meireles
(Viana Castelo), Dr. Armindo Simões (Coimbra), Enfª. Elisa
Cristina Pimentel (Lisboa) e Enf. Alfredo Eduardo Alves (Lisboa)
Tesoureiro - Dr. João Paulo Almeida Sousa (Coimbra)
Conselho Fiscal - Dr. João Morais (Coimbra), Dr. Jorge Azevedo
Oliveira (Coimbra) e Dr. Paulo Martins (Coimbra)
Os Corpos Gerentes do triénio 1997/99,
apresentaram o seguinte Programa de Acção:
"Os médicos e
enfermeiros que compoem esta lista de candidatura têm em comum a
dádiva de uma parcela significativa das suas vidas profissionais
à prática dos cuidados intensivos e entendem que é também sua
missão a divulgação de toda a informação relevante que
permita dinamizar a prática e a investigação em Medicina
Intensiva. Neste pressuposto propoem-se realizar:
* a remodelação administrativa da Sociedade
a criação de "Sede Provisória"
a modernização estatutária
a criação de núcleos regionais
o acompanhamento da introdução da "subespecialidade de
Medicina Intensiva"
a criação de uma especialidade de Enfermagem de Cuidados
Intensivos
a promoção de cursos de pós-graduação
a promoção de estágios em serviços estrangeiros de
referência
o relacionamento com outras sociedades científicas nacionais ou
estrangeiras
efectuar as reuniões anuais da Sociedade
cumprir a tradição e promover um congresso em cada triénio
organizar conferências de consensos
patrocinar encontros científicos
propor a candidatura portuguesa à realização de um Congresso
Europeu de Cuidados Intensivos
divulgar a revista Medicina Intensiva
relançar o Boletim da SPCI
utilizar as novas tecnologias de informação".
E a sua constituição era
a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Carlos França (Lisboa)
Vice-Presidente - Dr. Rui Seca (Porto)
Secretário - Enfª. Judite Macedo (Guimarães)
Direcção:
Presidente - Dr. João Sá (Lisboa)
Vice-Presidentes - Dr. Mário Lopes (Porto), Dr. Armindo Rebelo
(Coimbra) e Enf. José Alexandre (Lisboa)
Secretário-Geral - Dr. Eduardo Almeida (Almada)
Vogais - Dr. António Pimentel (Castelo Branco), Dr. Eduardo
Silva (Lisboa), Dr. Estevão Lafuente (Guimarães) e Enfª.
Helena Mendes (Coimbra)
Tesoureiro - Dr. Paulo Freitas (Amadora)
Conselho Fiscal - Dr. Richard Maul (Funchal), Drª. Cristina
Veríssimo (Setúbal) e Dr. Rui Moreno (Lisboa)
Após a remodelação dos Corpos Gerentes em Março de
1998, a constituição passou a ser a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Rui Seca (Porto)
Vice-Presidente - Dr. Francisco Azevedo (Évora)
Secretário - Enfª. Judite Macedo (Guimarães)
Direcção:
Presidente - Dr. Carlos França (Lisboa)
Vice-Presidentes - Dr. Mário Lopes (Porto), Dr. Eduardo Silva
(Lisboa) e Enfª. Maria João Alvellos (Amadora)
Secretário-Geral - Dr. Eduardo Almeida (Almada)
Vogais - Prof. Dr. Rui Moreno (Lisboa), Drª. Ilda Ferro (Gaia),
Dr. Estevão Lafuente (Guimarães) e Enfª. Helena Mendes
(Coimbra)
Tesoureiro - Dr. Paulo Freitas (Amadora)
Conselho Fiscal - Dr. Richard Maul (Funchal), Drª. Cristina
Veríssimo (Setúbal) e Dr. Fernando Gonçalves (Lisboa).
Os Corpos Gerentes
do triénio 2000/2002, apresentaram o seguinte Programa
de Acção:
A actual Direcção da
Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos desenvolveu um
trabalho extremamente meritório no cumprimento do Programa
estabelecido com a sua candidatura ao triénio 1997-2000. Muitos
dos pontos propostos foram cumpridos, como é do conhecimento de
todos os associados, tendo sido tomada como prioritária, a
necessidade de uma profunda remodelação administrativa da
Sociedade, que culminou com a aprovação em Assembleia Geral dos
novos Estatutos. Estes Estatutos vieram substituir e mesmo
legalizar os anteriores, que se encontravam dispersos em vários
documentos acumulados ao longo dos anos, conforme alterações
realizadas pelas sucessivas Direcções. No entanto, por motivos
diversos, e apesar de serem igualmente importantes, alguns dos
pontos propostos não tiveram um desenvolvimento pleno.
Baseados nestes factos, e na tentativa de manter a dinâmica de
uma Direcção que se revelou positiva em muitos aspectos, esta
Lista Candidata à Direcção do próximo triénio optou por
incluir alguns dos elementos da Direcção cessante e
simultaneamente introduzir novos elementos, formando um grupo do
qual esperamos, sinceramente, uma contribuição cooperativa e
inovadora que possa vir a influenciar de forma positiva a
Medicina Intensiva Portuguesa. Para além do cumprimento rigoroso
das obrigações estatutárias, no próximo triénio, temos por
objectivo fundamental contribuir de forma efectiva para o aumento
da qualidade clínica e científica da Medicina Intensiva em
Portugal de uma forma geral, e particularmente a praticada pelos
seus associados - médicos e enfermeiros.
Julgamos que a Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos
poderá ser um orgão fundamental para conseguir este objectivo e
para isso esta Candidatura compromete-se a desenvolver todos os
esforços na criação de estruturas de apoio e de formação a
todos os associados que nisso se mostrem interessados.
Uma outra preocupação desta Lista será a de manter e
desenvolver o apoio à publicação regular da Revista Portuguesa
de Medicina Intensiva, mantendo a sua confiança no Grupo
recentemente nomeado para a sua Edição e Redacção, cujo
trabalho começou já a aparecer em público.
Sem nos alargarmos nas promessas e sem particularizar demasiado,
gostaríamos ainda de salientar que outra das nossas prioridades
será a do estabelecimento ou desenvolvimento das relações
institucionais com Sociedades Científicas Médicas e de
Enfermagem, Nacionais e Internacionais, bem como desenvolver uma
interligação com a Ordem dos Médicos, e o Ministério da
Saúde, com vista à planificação enquadrada dos Ciclos de
Estudos Especiais de Cuidados Intensivos, e aos futuros
desenvolvimentos da recém criada Sub-especialidade de Medicina
Intensiva. Gostaríamos do mesmo modo de iniciar um processo de
diálogo com a recém criada Ordem dos Enfermeiros, no sentido de
serem estabelecidos os moldes em que deverão funcionar os
futuros planos de estudos e formação dos enfermeiros em
cuidados intensivos.
Ficam assim expostos alguns dos nossos planos de trabalho, e se
é verdade que muito mais poderá ser feito e haverá a fazer,
também será verdade que conseguindo cumprir os objectivos aqui
programados, estaremos a dar um salto qualitativo para a entrada
no novo milénio.
E a sua constituição era
a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Carlos França (Lisboa)
Vice-Presidente - Dr. Jaime Duarte (Porto)
Secretário - Dr. Ricardo Matos (Lisboa)
Direcção:
Presidente - Dr. Fernando Rua (Porto)
Vice-Presidentes - Prof. Dr. Rui Moreno (Lisboa), Enf. Acácio
Bernardino (Porto)
Secretário-Geral - Dr. Eduardo Almeida (Almada)
Tesoureiro - Dr. Paulo Maia (Porto)
Vogais - Dr. José Andrade Gomes (Lisboa) e Dr. Álvaro Silva
(Porto)
Secção Médica - Dr. Eduardo Silva (Lisboa), Dr. Francisco
Esteves (Vila Real) e Dr. Paulo Martins (Coimbra)
Secção de Enfermagem - Enf. Paulo Baltazar (Lisboa), Enf.
Emília Torres (Coimbra) e Enf. Carvalho Lopes (Porto)
Conselho Fiscal - Dr. Paulo Freitas (Amadora), Dr. José Artur
Paiva (Porto) e Dr. Luís Lencastre (Matosinhos)
Os Corpos Gerentes
do triénio 2003/2005, apresentaram o seguinte Programa
de Acção:
Alicerçado num trabalho de mais de 10 anos
na vida associativa de várias organizações ligadas à Medicina
Intensiva, nomeadamente nos últimos seis anos em que estivemos
nas direcções da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos
(SPCI), vimos agora propor um projecto que poderá ser
considerado ambicioso mas ao mesmo tempo aliciante.
Actualmente a realidade da Medicina Intensiva é bem diferente do
que era há alguns anos atrás. A unidade de cuidados intensivos
(UCI) desenvolveu-se rapidamente sendo, hoje em dia, uma das
áreas mais importante nos nossos hospitais. Se por um lado todas
as especialidades a ela recorrem, por outro lado, a sua
complexidade tecnológica e a elevada quantidade dos recursos
hospitalares aí consumidos pode levar a um interesse exagerado
que é preciso equilibrar.
As organizações estatais parecem finalmente dar alguns sinais
de pretenderem entender os Serviços/Unidades de Medicina
Intensiva, como foi o caso do Ministério da Saúde, quando
recentemente levou a cabo um levantamento das estruturas
existentes nesta área da Medicina a nível nacional.
A Ordem dos Médicos finalmente criou uma sub-especialidade de
Medicina Intensiva.
A SPCI, organização com quase trinta anos de existência, soube
ao longo dos anos situar-se como a estrutura representativa dos
intensivistas portugueses, bem como de outros grupos
profissionais de alguma forma ligados à Medicina Intensiva,
facto bem expresso nos seus Estatutos e que permite congregar
várias áreas profissionais entre os seus membros.
A SPCI alicerçou-se mais na vida associativa, com a tomada de
certas medidas tendentes à criação de uma estrutura capaz de
responder às solicitações de todos aqueles que estão ligados
à Medicina Intensiva; médicos, enfermeiros e outros grupos
profissionais.
A descentralização das Direcções, a criação de uma sede
própria e fixa, a implementação de meios de comunicação mais
actuantes como o sítio na internet (www.spci.org), a
manutenção e tentativa de dinamização do Boletim e da Revista
já existentes, constituíram formas de uma maior aproximação e
de um contacto mais directo com os sócios.
Hoje em dia, do ponto de vista administrativo, a SPCI é uma
organização que corresponde plenamente às necessidades dos
seus associados.
Há ainda muito a fazer na área da Enfermagem e na dos outros
profissionais sócios da SPCI, nomeadamente, nos aspectos da
certificação em Medicina Intensiva, da manutenção e
desenvolvimento das Jornadas Nacionais de Enfermagem e na
construção de um projecto editorial que permita a divulgação
das suas actividades, eventos e trabalhos científicos.
Nesta área Editorial, a SPCI procurará assumir um papel de
destaque na edição das normas e recomendações que digam
respeito à Medicina Intensiva, de livros temáticos, englobando
nesta área a Revista, a página da internet e o Boletim.
Continuaremos a manter o Congresso Nacional de três em três
anos, dada a sobrecarga de reuniões científicas nacionais e
internacionais e procuraremos manter a realização dos
Simpósios anuais, entre Congressos, em colaboração com
Serviços de Medicina Intensiva. Está já agendado o Simpósio
Anual de 2003, a realizar no Algarve em conjunto com as Unidades
de Faro e de Portimão.
Os Grupos de Trabalho da SPCI, pedra importante na actividade
científica da Sociedade, deverão ser remodelados com a
nomeação de novos Coordenadores ou renomeação dos actuais,
pela futura Direcção da Sociedade.
Na elaboração desta lista, na mesma linha de pensamento das
duas últimas direcções, procuramos reunir elementos com
experiência da vida associativa da sociedade a novos elementos.
Pareceu-nos ser esta a melhor opção no sentido do crescimento
da SPCI, crescimento que desejamos com método, com capacidade de
organização e de mobilização dos profissionais. Cumprindo com
rigor as obrigações estatutárias e simultaneamente criando
normas pelas quais se possam reger não apenas os intensivistas
portugueses mas todos os profissionais que trabalham em Medicina
Intensiva, contribuindo assim para o aumento da qualidade
clínica e científica da Medicina Intensiva Portuguesa.
E a sua constituição era
a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Prof. Dr. Jorge Pimentel (Coimbra)
Vice-Presidente - Dr. Henrique Sabino (Almada)
Secretário - Dr. Paulo Maia (Porto)
Direcção:
Presidente - Dr. Eduardo Almeida (Almada)
Vice-Presidentes - Prof. Dr. Rui Moreno (Lisboa), Enf. Acácio
Bernardino (Porto)
Secretário-Geral - Dr. Ricardo MAtos (Lisboa)
Tesoureiro - Dr. Vitor Lopes (Lisboa)
Vogais - Dr. Eduardo Silva (Lisboa) e Dr. Francico Esteves (Vila
Real)
Secção Médica - Dr. João Cunha (Lisboa), Dr. Luís Reis
(Lisboa) e Dr. Miguel Tavares (Porto)
Secção de Enfermagem - Enf. Paulo Baltazar (Lisboa), Enf. Alice
Martins (Vila Nova de Gaia) e Enf. Ana Rosa (Almada)
Conselho Fiscal:
Presidente - Dr. Carlos França (Lisboa), Dr. Custódio Fidalgo
(Santarém) e Dr. Álvaro Silva (Porto)
Aos Corpos Gerentes do triénio 2006/2008, concorreram duas listas que apresentaram Programas de Acção e constituição que no caso da Lista B era encabeçada pelo Dr. João Pina.
A Lista A, encabeçada pelo Prof. Dr. Rui Moreno saiu vencedora por 146 votos contra 70.
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