Corpos Gerentes para o Triénio - 2006/2008
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Sócios Honorários

Corpos Gerentes da SPCI - Breve Historial

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CORPOS GERENTES PARA O TRIÉNIO 2006/2008

Programa de candidatura para os Corpos Gerentes da SPCI - 2006/2008

A SOCIEDADE PORTUGUESA DE CUIDADOS INTENSIVOS (SPCI) é hoje uma Sociedade científica com mais de trinta anos de existência. Estrutura representativa em Portugal de todos aqueles com interesse na área da Medicina Intensiva, foi pioneira entre nós na introdução de um carácter multidisciplinar, amplo e abrangente, em que todas as especialidades e grupos profissionais envolvidos na abordagem do doente crítico se encontram representados.

Nos últimos anos, de uma associação que vivia exclusivamente do empenhamento dos seus sócios, foram introduzidas várias alterações organizativas que permitiram a descentralização das direcções, a criação de uma sede própria e fixa, a implementação de meios de comunicação mais interactivos e actuantes como o sitio na internet (www.spci.org), a manutenção e tentativa de dinamização do Boletim e da Revista já existentes, constituíram tentativas de uma maior aproximação e de um contacto mais directo com os sócios.

A SPCI tem organizado anualmente o mais significativo evento que se realiza em Portugal, e também o de maior dimensão, na área da Medicina Intensiva. Trata-se do Simpósio Anual da SPCI, e de 3 em 3 anos do Congresso Nacional de Medicina Intensiva. Esta Reunião tem sido não só o encontro anual dos sócios da SPCI mas também o grande encontro anual de todos os profissionais que trabalham nesta área da medicina. Constituindo o local privilegiado para a discussão dos diferentes temas da medicina intensiva, nas várias perspectivas dos diferentes grupos profissionais e contando com a presença constante de peritos internacionais que nos têm trazido a mais valia das suas experiências e conhecimentos.

Hoje, TRÊS DESAFIOS SE COLOCAM AOS ASSOCIADOS: a formação, a investigação e a interacção com as outras estruturas representativas dos profissionais envolvidos na abordagem do doente crítico. Estas três vertentes constituem assim os três aspectos complementares em que se alicerça este compromisso eleitoral.

A FORMAÇÃO, pois a SPCI foi pioneira na introdução, implementação e desenvolvimento em Portugal de vários cursos de sensibilização e formação dos profissionais de saúde (quer médicos quer enfermeiros) para os problemas do doente crítico, como o Fundamental Critical Care Support (FCCS) Course, e o  Fundamentals of Disaster Management (FDM) Course, ambos em colaboração com a Sociedade of Critical Care Medicine (SCCM). Para além destes cursos, a SPCI foi ainda pioneira na introdução em Portugal do 1º curso teórico-prático a nível europeu baseado no módulo educativo da Sociedade Europeia de Cuidados Intensivos (ESICM), o Pacient-Centred Acute Care Training (PACT), e que decorreu com apreciável sucesso no Luso. A destacar ainda a possibilidade através da colaboração com a indústria na distribuição a cerca de 11 Hospitais de site-licences para o PACT. Desenvolveu ainda trabalho apreciável no desenvolvimento de outros cursos de formação pós-graduada como os de métodos dialíticos, ventilação ou ecocardiografia. Este trabalho foi complementado pela realização de várias reuniões de carácter científico que decorreram em vários locais do país, em colaboração com as Unidades locais. Desenvolvimento na continuidade, com melhor mais e melhor apoio editorial, é a promessa de futuro.

A INVESTIGAÇÃO, pilar fundamental da boa prática assistencial, e que a SPCI colaborou de forma reconhecida e elogiada nacional e internacionalmente. Salienta-se de entre estes o papel fundamental desempenhado pela sociedade no apoio ao SAPS 3 Outcome Research Group e que culminou na publicação recente dos primeiros resultados, com uma participação maciça das UCIs portuguesas. Este trabalho pode e deve ser feito com o envolvimento dos grupos de Trabalho da SPCI, pedra fundamental na actividade científica da Sociedade. Outros estudos multicêntricos decorreram, como 1º Estudo Nacional de Ventilação Mecânica, o 1º estudo de custos em medicina Intensiva realizado no nosso país ou a coordenação portuguesa no estudo multicêntrico internacional em epidemiologia da ventilação mecânica. Mais apoio à investigação é a promessa de futuro.

Estas duas actividades devem ser complementadas por uma política editorial mais forte e interventiva, em colaboração com outras Sociedades nacionais e internacionais na nossa área de intervenção, com destaque para o Brasil. A destacar também a necessidade do incremento da colaboração com outras Sociedades Nacionais e Internacionais como a World Federation of Societies of Intensive & Critical Care Medicine, a Federação Pan-Americana e Ibérica de Cuidados Intensivos e a Sociedade Europeia de Cuidados Intensivos. Desejável ainda a colaboração com outras Sociedades Nacionais, por exemplo as Sociedades de Cardiologia, Pneumologia, Trauma, Medicina de Emergência, etc. na busca de documentos de consenso:”Transporte do doente crítico”, “Ecocardiografia em medicina intensiva/Emergência”, “Triagem do doente crítico” ou ainda com o Instituto Nacional de Emergência Médica / Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil.

A INTERACÇÃO com as outras estruturas representativas dos profissionais envolvidos na abordagem do doente crítico constitui hoje também um desafio. O diálogo construtivo com as organizações mono-profissionais do sector (Comissão de Sub-Especialidade da Ordem dos Médicos, Ordem dos Enfermeiros) e com os órgãos executivos do poder político (Ministério da Saúde, Direcção Geral de Saúde) tem de tornar possível o desenvolvimento de soluções globais para a abordagem do doente crítico e para a aplicação de soluções multi-disciplinares e multi-profissionais para o sector. Importante ainda é o diálogo e a articulação, no respeito pelas especificidades de cada grupo, com todos aqueles que participam na abordagem do doente agudo grave, em especial com todos aqueles ligados à Emergência Médica, nas suas várias vertentes de actuação. Só esta interacção permitirá a verdadeira construção de uma UCI sem paredes, em que a abordagem multidisciplinar e multi-profissional própria da Medicina Intensiva está presente – dentro e fora do hospital – sempre que o doente dela necessite. Interacção e diálogo no respeito pelos vários grupos envolvidos é a promessa de futuro.

O carácter multidisciplinar e multiprofissional da SPCI, alicerçado num trabalho de muitos anos, torna a SPCI o único órgão a nível nacional capaz de responder às solicitações de todos aqueles que estão ligados à Medicina Intensiva; médicos, enfermeiros e membros de outros grupos profissionais. Este carácter único permitirá certamente, no escrupuloso respeito pelas disposições estatutárias existentes, a construção de uma SPCI mais forte e interventiva, capaz de responder aos desafios que os nossos doentes e a sociedade em geral nos colocam: a prestação de cuidados aos que deles necessitam, quando os necessitam, de acordo com a melhor prática técnica e na melhor adequação aos valores do doente, das famílias e da Sociedade em que vivemos. Este é o DESAFIO.

DIRECÇÃO

Presidente Prof. Dr. Rui Moreno Lisboa
Vice-Presidentes Dr. Paulo Maia Porto
  Enf. Acácio Bernardino Porto
Secretário-Geral Dr. Ricardo Matos Lisboa
Tesoureiro Dr. João Gouveia Lisboa
Vogais Dr. António Marques Porto
  Dr. José Artur Paiva Porto
Vogal - Médico Dr. João Paulo Almeida e Sousa Coimbra
Vogal - Enfermagem Enf. António Almeida Lisboa

SECÇÕES

Secção Médica    
Vogal da Direcção Dr. João Paulo Almeida e Sousa Coimbra
  Drª. Paula Coutinho Coimbra
  Dr. Luís Reis Lisboa
Secção de Enfermagem    
Vogal da Direcção Enf. António Almeida Lisboa
  Enf. Luís Filipe Fernandes Vila Real
  Enf. Fernando Aleixo Portimão

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Presidente Dr. Eduardo Almeida Almada
Vice-Presidente Dr. Carlos França Lisboa
Secretário Dr. Álvaro Silva Porto

CONSELHO FISCAL

Presidente Prof. Dr. Jorge Pimentel Coimbra
  Dr. Fernando Rua Porto
  Dr. Custódio Fidalgo Santarém

Sócios Honorários

António Manuel Bessa Paes Cardoso
Armando Guimarães Pinheiro
António Resina Rodrigues
Armando Sales Luís
Augusto Reimão Pinto
Corino de Andrade
Emílio Moreira
Guillermo Vasquez Mata
José António Castel Branco Mota
Laura Carreiro Massa


BREVE HISTORIAL

Após o 1º Congresso Mundial de Cuidados Intensivos (Junho de 1974 - Londres) foi criado em Portugal um grupo promotor da futura Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos.
Esse grupo teve várias reuniões preparatórias que culminaram com a criação de uma Comissão eleita (Solange Quintal; Maria Helena Rodrigues, Jorge Tuna, Tobias Amarante, Silva Araújo, Sales Luís, Sá Pereira). Foram angariados novos elementos; foram elaborados e aprovados uns Estatutos e a Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos foi constituída legalmente a 13 de Fevereiro de 1978, no 1º Cartório Notarial de Lisboa, na presença dos seguintes elementos: Prof. Dr. Armando Octávio Carvalho Sales Luís, Dr. Luís António Matos Sá Pereira, Dr. Henrique Pereira Villaret, Drª. Maria Céu Matos Chambel Fonseca e Enfª. Antónia Maria Palma Curado.

A 10 de Março de 1978 foi realizada uma Assembleia Geral Ordinária que ratificou a constituição dos Corpos Gerentes, eleitos em Agosto de 1977, cuja composição era a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Silva Araújo (Porto)
Vice-Presidente - Eng. San Miguel Bento (Lisboa)
Secretário - Enf. Cante Nabo (Lisboa)
Direcção:
Presidente - Prof. Dr. Sales Luís (Lisboa)
Vice-Presidentes - Dr. Lopes Pimenta (Porto), Prof. Carrington Costa (Coimbra) e Enf. Palma Curado (Lisboa)
Secretário-Geral - Dr. Sá Pereira (Lisboa)
Secretários Regionais - Dr. Brito Lhamas (Porto), Drª. Maria Céu Fonseca (Lisboa) e Dr. Ubach Ferrão (Coimbra)
Tesoureiro - Dr. Henrique Villaret (Lisboa)
Conselho Fiscal:
Dr. Eduardo Beltrão (Lisboa), Eng. Sousa e Silva (Lisboa) e Enf. Moura Neves (Porto)

Os Corpos Gerentes do triénio seguinte (1981/1983), foram:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. A. Fortes Espinheira (Lisboa)
Vice-Presidente - Enfª. Maria Vieira (Coimbra)
Secretário - Eng. António Carlos Morais Nunes (Coimbra)
Direcção:
Presidente - Dr. Armando Pinheiro (Porto)
Vice-Presidentes - Dr. E. Lopes Soares (Lisboa), Dr. José David Gomes (Coimbra) e Enfª. Fernanda Nascimento (Porto)
Secretário-Geral - Drª. Fernanda Nunes (Porto)
Secretários Regionais - Dr. Alberto Lema Santos (Lisboa), Dr. Mário Falcão (Coimbra) e Dr. Ovídio António Pereira Costa (Porto)
Tesoureiro - Dr. Mário Lopes (Porto)
Conselho Fiscal: Dr. Daniel Cabeçadas (Lisboa), Eng. Serra Matos (Lisboa) e Enf. Rodrigues Lopes (Lisboa)

Os Corpos Gerentes do triénio 1984/1986, foram:
Assembleia Geral:
Presidente - Prof. Dr. António Torrado Silva (Coimbra)
Vice-Presidente - Drª. Maria Fátima Guedes Serra Lopes (Porto)
Secretário - Maria Balbina Oliveira (Lisboa)
Direcção:
Presidente - Prof. Dr. Rui Carrington Costa (Coimbra)
Vice-Presidentes - Prof. Dr. Carlos Ribeiro (Lisboa), Dr. Cunha Leal (Coimbra) e Dr. António Paes Cardoso (Porto)
Secretário-Geral - Dr. Jorge Pimentel (Coimbra)
Secretários Regionais - Eng. San Miguel Bento (Lisboa), Enfª. Josefina Macedo (Coimbra) e Enfª. Maria Barbosa (Porto)
Tesoureiro - Dr. António Lopes Craveiro (Coimbra)
Conselho Fiscal: Dr. Rocha Melo (Porto), Dr. Sérgio Alexandrino (Porto) e Enfª. Pinto de Almeida (Porto)

Os Corpos Gerentes no triénio 1987/1989, que prolongaram o seu mandato até finais de 1990, foram:
Assembleia Geral:
Presidente - Prof. Dr. Armando Sales Luís (Lisboa)
Vice-Presidente - Dr. José António Castel-Branco Mota (Lisboa)
Secretário - Dr. Figueiredo Lima (Lisboa)
Direcção:
Presidente - Prof. Dr. António Couto (Lisboa)
Vice-Presidentes - Dr. António Resina Rodrigues (Lisboa), Dr. Júlio Maria Souto Gonçalves e Dr. Alberto Almeida
Secretário-Geral - Dr. Rui Sérgio Ferreira (Lisboa)
Secretários Adjuntos:
Dr. António Fonseca Antunes (Lisboa), Dr. Armindo Mendes Rebelo (Coimbra) e Enf. José Saraiva Bernardino (Porto)
Tesoureiro - Enf. António Tomé Saiote (Lisboa)
Conselho Fiscal: Drª. Gabriela Brun (Lisboa), Eng. Rui Viegas (Lisboa) e Enfª. Maria Benilde Duarte (Lisboa).

Os Corpos Gerentes do triénio 1991/1993 foram os seguintes:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Sérgio Mário Couto Alexandrino (Porto)
Vice-Presidente - Dr. Alberto José Almeida
Secretário - Dr. Jorge Almeida Reis
Direcção:
Presidente - Dr. António Manuel Paes Cardoso (Porto)
Vice-Presidentes - Dr. Manuel João Moreira Brandão (Porto), Enf. Anselmo Oliveira Madureira (Porto) e Engª. Maria João Vitorino (Lisboa)
Secretário-Geral - Dr. Fernando Rua Martins (Porto)
Vogais - Drª. Ana Maria Parente Mota (Porto), Dr. António Manuel Fonseca Antunes (Lisboa), Dr. Armindo Alexandre Mendes Rebelo (Coimbra), Drª. Isabel Maria Marques Aragão (Porto) e Enfª. Marília Franco Henriques (Lisboa)
Tesoureiro - Dr. Jorge Manuel Roque Neves Santos
Conselho Fiscal - Dr. Aníbal António Braga Albuquerque (Porto), Enfª. Maria Barbosa Fernandes Sousa (Porto) e Enf. José Acácio Bernardino (Porto)

Os Corpos Gerentes do triénio 1994/1996, foram os seguintes:
Assembleia Geral:
Presidente - Prof. Dr. Carrington Costa (Coimbra)
Vice-Presidente - Dr. A. Carvalheira Santos (Lisboa)
Secretário - Dr. Dinis Cunha Leal (Coimbra)
Direcção:
Presidente - Dr. Jorge Pimentel (Coimbra)
Vice-Presidentes - Dr. Armindo Rebelo (Coimbra), Enfª. Helena Mendes (Coimbra) e Eng. S. Miguel Bento (Lisboa)
Secretário-Geral - Dr. João Janeiro Costa (Coimbra)
Vogais - Dr. José Chaves Caminha (Porto), Dr. Pedro Meireles (Viana Castelo), Dr. Armindo Simões (Coimbra), Enfª. Elisa Cristina Pimentel (Lisboa) e Enf. Alfredo Eduardo Alves (Lisboa)
Tesoureiro - Dr. João Paulo Almeida Sousa (Coimbra)
Conselho Fiscal - Dr. João Morais (Coimbra), Dr. Jorge Azevedo Oliveira (Coimbra) e Dr. Paulo Martins (Coimbra)

Os Corpos Gerentes do triénio 1997/99, apresentaram o seguinte Programa de Acção:
"Os médicos e enfermeiros que compoem esta lista de candidatura têm em comum a dádiva de uma parcela significativa das suas vidas profissionais à prática dos cuidados intensivos e entendem que é também sua missão a divulgação de toda a informação relevante que permita dinamizar a prática e a investigação em Medicina Intensiva. Neste pressuposto propoem-se realizar:
* a remodelação administrativa da Sociedade
a criação de "Sede Provisória"
a modernização estatutária
a criação de núcleos regionais
o acompanhamento da introdução da "subespecialidade de Medicina Intensiva"
a criação de uma especialidade de Enfermagem de Cuidados Intensivos
a promoção de cursos de pós-graduação
a promoção de estágios em serviços estrangeiros de referência
o relacionamento com outras sociedades científicas nacionais ou estrangeiras
efectuar as reuniões anuais da Sociedade
cumprir a tradição e promover um congresso em cada triénio
organizar conferências de consensos
patrocinar encontros científicos
propor a candidatura portuguesa à realização de um Congresso Europeu de Cuidados Intensivos
divulgar a revista Medicina Intensiva
relançar o Boletim da SPCI
utilizar as novas tecnologias de informação".

E a sua constituição era a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Carlos França (Lisboa)
Vice-Presidente - Dr. Rui Seca (Porto)
Secretário - Enfª. Judite Macedo (Guimarães)
Direcção:
Presidente - Dr. João Sá (Lisboa)
Vice-Presidentes - Dr. Mário Lopes (Porto), Dr. Armindo Rebelo (Coimbra) e Enf. José Alexandre (Lisboa)
Secretário-Geral - Dr. Eduardo Almeida (Almada)
Vogais - Dr. António Pimentel (Castelo Branco), Dr. Eduardo Silva (Lisboa), Dr. Estevão Lafuente (Guimarães) e Enfª. Helena Mendes (Coimbra)
Tesoureiro - Dr. Paulo Freitas (Amadora)
Conselho Fiscal - Dr. Richard Maul (Funchal), Drª. Cristina Veríssimo (Setúbal) e Dr. Rui Moreno (Lisboa)

Após a remodelação dos Corpos Gerentes em Março de 1998, a constituição passou a ser a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Rui Seca (Porto)
Vice-Presidente - Dr. Francisco Azevedo (Évora)
Secretário - Enfª. Judite Macedo (Guimarães)
Direcção:
Presidente - Dr. Carlos França (Lisboa)
Vice-Presidentes - Dr. Mário Lopes (Porto), Dr. Eduardo Silva (Lisboa) e Enfª. Maria João Alvellos (Amadora)
Secretário-Geral - Dr. Eduardo Almeida (Almada)
Vogais - Prof. Dr. Rui Moreno (Lisboa), Drª. Ilda Ferro (Gaia), Dr. Estevão Lafuente (Guimarães) e Enfª. Helena Mendes (Coimbra)
Tesoureiro - Dr. Paulo Freitas (Amadora)
Conselho Fiscal - Dr. Richard Maul (Funchal), Drª. Cristina Veríssimo (Setúbal) e Dr. Fernando Gonçalves (Lisboa).

Os Corpos Gerentes do triénio 2000/2002, apresentaram o seguinte Programa de Acção:
A actual Direcção da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos desenvolveu um trabalho extremamente meritório no cumprimento do Programa estabelecido com a sua candidatura ao triénio 1997-2000. Muitos dos pontos propostos foram cumpridos, como é do conhecimento de todos os associados, tendo sido tomada como prioritária, a necessidade de uma profunda remodelação administrativa da Sociedade, que culminou com a aprovação em Assembleia Geral dos novos Estatutos. Estes Estatutos vieram substituir e mesmo legalizar os anteriores, que se encontravam dispersos em vários documentos acumulados ao longo dos anos, conforme alterações realizadas pelas sucessivas Direcções. No entanto, por motivos diversos, e apesar de serem igualmente importantes, alguns dos pontos propostos não tiveram um desenvolvimento pleno.
Baseados nestes factos, e na tentativa de manter a dinâmica de uma Direcção que se revelou positiva em muitos aspectos, esta Lista Candidata à Direcção do próximo triénio optou por incluir alguns dos elementos da Direcção cessante e simultaneamente introduzir novos elementos, formando um grupo do qual esperamos, sinceramente, uma contribuição cooperativa e inovadora que possa vir a influenciar de forma positiva a Medicina Intensiva Portuguesa. Para além do cumprimento rigoroso das obrigações estatutárias, no próximo triénio, temos por objectivo fundamental contribuir de forma efectiva para o aumento da qualidade clínica e científica da Medicina Intensiva em Portugal de uma forma geral, e particularmente a praticada pelos seus associados - médicos e enfermeiros.
Julgamos que a Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos poderá ser um orgão fundamental para conseguir este objectivo e para isso esta Candidatura compromete-se a desenvolver todos os esforços na criação de estruturas de apoio e de formação a todos os associados que nisso se mostrem interessados.
Uma outra preocupação desta Lista será a de manter e desenvolver o apoio à publicação regular da Revista Portuguesa de Medicina Intensiva, mantendo a sua confiança no Grupo recentemente nomeado para a sua Edição e Redacção, cujo trabalho começou já a aparecer em público.
Sem nos alargarmos nas promessas e sem particularizar demasiado, gostaríamos ainda de salientar que outra das nossas prioridades será a do estabelecimento ou desenvolvimento das relações institucionais com Sociedades Científicas Médicas e de Enfermagem, Nacionais e Internacionais, bem como desenvolver uma interligação com a Ordem dos Médicos, e o Ministério da Saúde, com vista à planificação enquadrada dos Ciclos de Estudos Especiais de Cuidados Intensivos, e aos futuros desenvolvimentos da recém criada Sub-especialidade de Medicina Intensiva. Gostaríamos do mesmo modo de iniciar um processo de diálogo com a recém criada Ordem dos Enfermeiros, no sentido de serem estabelecidos os moldes em que deverão funcionar os futuros planos de estudos e formação dos enfermeiros em cuidados intensivos.
Ficam assim expostos alguns dos nossos planos de trabalho, e se é verdade que muito mais poderá ser feito e haverá a fazer, também será verdade que conseguindo cumprir os objectivos aqui programados, estaremos a dar um salto qualitativo para a entrada no novo milénio.

E a sua constituição era a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Dr. Carlos França (Lisboa)
Vice-Presidente - Dr. Jaime Duarte (Porto)
Secretário - Dr. Ricardo Matos (Lisboa)
Direcção:
Presidente - Dr. Fernando Rua (Porto)
Vice-Presidentes - Prof. Dr. Rui Moreno (Lisboa), Enf. Acácio Bernardino (Porto)
Secretário-Geral - Dr. Eduardo Almeida (Almada)
Tesoureiro - Dr. Paulo Maia (Porto)
Vogais - Dr. José Andrade Gomes (Lisboa) e Dr. Álvaro Silva (Porto)
Secção Médica - Dr. Eduardo Silva (Lisboa), Dr. Francisco Esteves (Vila Real) e Dr. Paulo Martins (Coimbra)
Secção de Enfermagem - Enf. Paulo Baltazar (Lisboa), Enf. Emília Torres (Coimbra) e Enf. Carvalho Lopes (Porto)
Conselho Fiscal - Dr. Paulo Freitas (Amadora), Dr. José Artur Paiva (Porto) e Dr. Luís Lencastre (Matosinhos)

Os Corpos Gerentes do triénio 2003/2005, apresentaram o seguinte Programa de Acção:
Alicerçado num trabalho de mais de 10 anos na vida associativa de várias organizações ligadas à Medicina Intensiva, nomeadamente nos últimos seis anos em que estivemos nas direcções da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos (SPCI), vimos agora propor um projecto que poderá ser considerado ambicioso mas ao mesmo tempo aliciante.
Actualmente a realidade da Medicina Intensiva é bem diferente do que era há alguns anos atrás. A unidade de cuidados intensivos (UCI) desenvolveu-se rapidamente sendo, hoje em dia, uma das áreas mais importante nos nossos hospitais. Se por um lado todas as especialidades a ela recorrem, por outro lado, a sua complexidade tecnológica e a elevada quantidade dos recursos hospitalares aí consumidos pode levar a um interesse exagerado que é preciso equilibrar.
As organizações estatais parecem finalmente dar alguns sinais de pretenderem entender os Serviços/Unidades de Medicina Intensiva, como foi o caso do Ministério da Saúde, quando recentemente levou a cabo um levantamento das estruturas existentes nesta área da Medicina a nível nacional.
A Ordem dos Médicos finalmente criou uma sub-especialidade de Medicina Intensiva.
A SPCI, organização com quase trinta anos de existência, soube ao longo dos anos situar-se como a estrutura representativa dos intensivistas portugueses, bem como de outros grupos profissionais de alguma forma ligados à Medicina Intensiva, facto bem expresso nos seus Estatutos e que permite congregar várias áreas profissionais entre os seus membros.
A SPCI alicerçou-se mais na vida associativa, com a tomada de certas medidas tendentes à criação de uma estrutura capaz de responder às solicitações de todos aqueles que estão ligados à Medicina Intensiva; médicos, enfermeiros e outros grupos profissionais.
A descentralização das Direcções, a criação de uma sede própria e fixa, a implementação de meios de comunicação mais actuantes como o sítio na internet (www.spci.org), a manutenção e tentativa de dinamização do Boletim e da Revista já existentes, constituíram formas de uma maior aproximação e de um contacto mais directo com os sócios.
Hoje em dia, do ponto de vista administrativo, a SPCI é uma organização que corresponde plenamente às necessidades dos seus associados.
Há ainda muito a fazer na área da Enfermagem e na dos outros profissionais sócios da SPCI, nomeadamente, nos aspectos da certificação em Medicina Intensiva, da manutenção e desenvolvimento das Jornadas Nacionais de Enfermagem e na construção de um projecto editorial que permita a divulgação das suas actividades, eventos e trabalhos científicos.
Nesta área Editorial, a SPCI procurará assumir um papel de destaque na edição das normas e recomendações que digam respeito à Medicina Intensiva, de livros temáticos, englobando nesta área a Revista, a página da internet e o Boletim.
Continuaremos a manter o Congresso Nacional de três em três anos, dada a sobrecarga de reuniões científicas nacionais e internacionais e procuraremos manter a realização dos Simpósios anuais, entre Congressos, em colaboração com Serviços de Medicina Intensiva. Está já agendado o Simpósio Anual de 2003, a realizar no Algarve em conjunto com as Unidades de Faro e de Portimão.
Os Grupos de Trabalho da SPCI, pedra importante na actividade científica da Sociedade, deverão ser remodelados com a nomeação de novos Coordenadores ou renomeação dos actuais, pela futura Direcção da Sociedade.
Na elaboração desta lista, na mesma linha de pensamento das duas últimas direcções, procuramos reunir elementos com experiência da vida associativa da sociedade a novos elementos. Pareceu-nos ser esta a melhor opção no sentido do crescimento da SPCI, crescimento que desejamos com método, com capacidade de organização e de mobilização dos profissionais. Cumprindo com rigor as obrigações estatutárias e simultaneamente criando normas pelas quais se possam reger não apenas os intensivistas portugueses mas todos os profissionais que trabalham em Medicina Intensiva, contribuindo assim para o aumento da qualidade clínica e científica da Medicina Intensiva Portuguesa.

E a sua constituição era a seguinte:
Assembleia Geral:
Presidente - Prof. Dr. Jorge Pimentel (Coimbra)
Vice-Presidente - Dr. Henrique Sabino (Almada)
Secretário - Dr. Paulo Maia (Porto)
Direcção:
Presidente - Dr. Eduardo Almeida (Almada)
Vice-Presidentes - Prof. Dr. Rui Moreno (Lisboa), Enf. Acácio Bernardino (Porto)
Secretário-Geral - Dr. Ricardo MAtos (Lisboa)
Tesoureiro - Dr. Vitor Lopes (Lisboa)
Vogais - Dr. Eduardo Silva (Lisboa) e Dr. Francico Esteves (Vila Real)
Secção Médica - Dr. João Cunha (Lisboa), Dr. Luís Reis (Lisboa) e Dr. Miguel Tavares (Porto)
Secção de Enfermagem - Enf. Paulo Baltazar (Lisboa), Enf. Alice Martins (Vila Nova de Gaia) e Enf. Ana Rosa (Almada)
Conselho Fiscal:
Presidente - Dr. Carlos França (Lisboa), Dr. Custódio Fidalgo (Santarém) e Dr. Álvaro Silva (Porto)

Aos Corpos Gerentes do triénio 2006/2008, concorreram duas listas que apresentaram Programas de Acção e constituição que no caso da Lista B era encabeçada pelo Dr. João Pina.

A Lista A, encabeçada pelo Prof. Dr. Rui Moreno saiu vencedora por 146 votos contra 70.

Data de criação: 4 de Fevereiro de 1997
Última actualização: 28 de Dezembro de 2005

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Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos

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